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  • A farsa de Adão e Eva, a criação não pode ter vindo apenas de um casal

    O tipo sanguíneo de um filho depende dos tipos sanguíneos do casal.
    Se Eva foi criada atraves de Adão, então seu sangue era igual ao de Adão
    Aonde verificamos:

    Que a descendendência de Adão e Eva deveria abranger todos
    os tipos de sangue, a saber: O, A, B, AB

    O com O = Teriam filhos APENAS do tipo O. JAMAIS A, B ou AB,
    portanto de acordo com a situação dos povos está descartado.

    (Neste caso toda a terra somente teria sangue do tipo O)

    A com A = Teriam filhos APENAS tipo O e A, JAMAIS B ou AB.

    (Neste caso toda a terra somente teria sangue do tipo O e A)

    O com A = Teriam filhos APENAS dos tipos O e A, JAMAIS B ou AB,
    lembrando que Adão e Eva teriam somente um tipo de sangue,
    portanto também descartado

    B com B = Teriam filhos APENAS do tipo O e B, JAMAIS A ou AB,
    portanto também descartado

    (Neste caso toda a terra somente teria sangue do tipo O e B)

    O com B = Teriam filhos APENAS dos tipos O e B, JAMAIS A ou AB,
    lembrando que Adão e Eva teriam somente um tipo de sangue,
    portanto também descartado

    AB com AB = Teriam filhos APENAS dos tipos A, B ou AB, JAMAIS O,
    portanto tambem descartado

    (Neste caso toda a terra somente teria sangue do tipo A, B, AB)

    A com AB = filho pode ser A, B ou AB, JAMAIS O,
    lembrando que Adão e Eva teriam somente um tipo de sangue,
    portanto também descartado

    B com AB = Teriam filhos APENAS dos tipos A, B ou AB, JAMAIS O,
    lembrando que Adão e Eva teriam somente um tipo de sangue,
    portanto também descartado

    Resumindo: Tendo em vista as variações sanguinias existentes
    fica claro que Adão e Eva nunca existiram.

    A criação veio por um outro caminho,
    e ainda não se sabe como tudo começou.

    Entretanto isto não é motivo para que vivamos
    debaixo de uma farsa religiosa.




    Fundador do Pentecoste Americano


    O Pastor Charles Fox Parham é tido merecidamente, como o fundador do pentecostalismo. Foi ele o fundador das "Assemblies of God", que aqui no Brasil, tomou o nome de "Assembleias de Deus". Atualmente e desde muitos anos, a maior denominação protestante aqui.

    O Pastor Charles Fox Parham, dizia receber os dons do espírito santo. Falava "em línguas", pregava muito. Desde a adolescência, era Pastor. Na verdade, ele foi o primeiro Pastor pentecostal verdadeiro do mundo.

    Parham era racista declarado e militante, odiava negros e tudo o que não fosse da suprema raça ariana, pertencia à KKK(Ku Klux Klan).

    Foi preso e acusado de ter violentado sexualmente um garoto, mas como era poderoso na KKK, foi solto. Ao mesmo tempo que pregava contra a imoralidade, praticava sodomia, e milhares acreditava em suas pregações.
    O Pastor Parham acreditava e pregava, que a cura milagrosa de doenças era um direito natural dos seguidores da palavra de Deus.

    A edição 58, volume XVII, Nº 2, ano de 1998, da revista Christian History, mostra uma foto de 1906. Nela, aparece uma foto do Pastor Parham , com sete seguidores, todos estavam nas escadarias do fórum de Carthage, Missouri.
    Parham segurava uma placa que dizia: "Apostolic Unity (Unidade Apostólica)".
    Seus seguidores, seguravam faixas aonde estava escrito: "Life", "HEALTH" (Vida "," SAÚDE).
    Parham mostrava que crendo em "Jesus", lhes daria saúde e proteção contra doenças.

    O Pastor Parham, pregava publicamente que se deveria evitar se consultar com médicos e crer em benefício da Medicina.
    Que todos deviam ao invés disto, crer que o poder de Deus ou Jesus, ou Espirito Santo os curaria.
    Um filho de Parham com 16 anos, pegou uma doença e morreu, um outro filho morreu também de doença aos 37 anos.

    Os doentes genuínos que iam aos cultos do Pastor Parham nunca ficavam curados, um seguidor do Pastor Parham tinha uma filha com apenas 9 anos chamava-se Nettie Smith.
    A menina ficou doente, o pai recusou tratar a doença da filha esperando a cura milagrosa, e a menina veio a falecer.

    Muitos se voltarem contra Parham, pois a doença era tratável mesmo com a fraca medicina disponível em 1904.
    Quanto ao Pastor Parham, ele mesmo sofreu muitas doenças aonde não pregava nem viajava.

    De dezembro de 1904 até fevereiro de 1905, ele esteve acamado e doente (ver o livro "Fields White Unto Harvest, página 94, autor:James Goff Jr.).
    O Pastor Parham, foi também o primeiro pregador pentecostal a orar sobre um lenço e vender lenços idênticos pelo correio a um alto preço. (Fields White Unto Harvest, página 104, autor:James Goff).

    Parham, até o fim da vida foi racista, antes de morrer exigiu que fosse enterrado aonde nenhum negro estivesse sido enterrado perto.
    Os cultos ministrados por Charles Fox Parham, eram marcados por grande êxtase, tais como, transes e o dom de evidências em novas línguas que ficou mundialmente conhecido como batismo com o Espírito Santo. Parham, na cidade de Topenka, no Kansas, no ano de 1900, fundou Bethel Bible College, uma instituição que ficou conhecida pelo prática da cura divina, dava assistência material e espiritual para as pessoas de origem humilde e que estavam dispostas a atuar como missionários.

    Charles Parham acometido de depressão ausentou-se da liderança do movimento pentecostal por ele iniciado, período no qual fez viagens para tentar recuperar-se. Porém, regressando de sua viagem Parham se deparou com um movimento que visava ocupar seu lugar como diretor da Bethel Bible.

    Parham retoma a liderança e continua a estimular seus estudantes a alcançarem a terceira benção, foi quando em um movimento de oração uma de suas alunas entrou em êxtase e manifestou em línguas estranhas, glossolália, nas semanas seguintes novas pessoas, inclusive Parham, alcançaram o mesmo feito, esse foi o ponto de partida para o movimento da rua Azuza.
    Atuação dos Espiritos Imundos que é ensinado como Espirito Santo
    Invocação aos espiritos, e o povo acha que tal bruxaria vem do Criador

    Rítimos da Umbanda nos cultos protestantes



    No ano de 1905 Charles Parham mudou-se para Huston, no Texas, onde fundou um nova escola biblíca, onde teve como um de seus alunos William Seymour, um negro filho de ex-escravos que era obrigado por Parham a assitir as aulas sentado numa cadeira no corredor.

    Seymour se tornou o grande anunciador do movimento pentecostal. Em 1906, seus ensinos sobre as práticas de falar palavras desconhecidas trouxe grande quantidade de adeptos ao pentecostalismo e, dois anos mais tarde, sua igreja já mandava missionários para outros países.

    Parham durante 5 anos atuou como pastor de uma igreja metodista, sua decisão em abandonar esta igreja estava na crença pessoal na cura divina. Parham é um dos fundadores da Assembléia de Deus nos Estados Unidos, a maior denominação pentecostal do Brasil e também do mundo.

    Parham se envolveu em escandalos de sodomia e afastou-se da liderança do grupo religioso por ele fundado, coube a Willian Seymour assumir a liderança dos membros da igreja de Parham. Charles Fox Parham foi bastante criticado por suas ligações com a maçonaria, a Ku Klux Klan e também pela seu racismo não disfarçado.

    O advento da rua Azuza, de fato, estava exercendo profunda força no mundo protestante, funcionava como um potente imã atraindo líderes de diversos segmentos do protestantismo que desejavam conhecer o que estava ocorrendo ali.
    Como um centro irradiador da mensagem pentecostal, enviou grupos para diversas localidades do país e do mundo.

    Seymour foi pastor na rua Azuza até sua morte em 28 de setembro de 1922, o edifício da igreja onde tudo começou foi destruído poucos anos mais tarde, porém o pentacolismo ja havia se espalhado.

    Chegada no Brasil

    Em 19 de novembro de 1910, os protestantes suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg vindos dos Estados, chegaram em Belém, capital do Estado do Pará.

    A princípio frequentaram a Igreja Batista, tais protestantes traziam a Glossolalia, que é o método de falar linguas sem sentido e sem entendimento, que foi adotado como batismo no Espírito Santo, porém tal doutrina não foi aderido pelos Batistas.

    [Sobre tais linguas alguns se acham com o dom de intérprete, porém mente em suas interpretações, ou seja, um fala lingua sem sentido, e o outro inventa uma interpretação, mas quem não conhece acaba batendo palmas].

    [Lamentavelmente, o povo protestante ainda não sabe que, tanto o Jesus como o tal "espirito santo" foram criados pelo Cristianismo].

    Este método Glossolalia na América foi desevolvido pelo pastor metodista Charles Fox Parham, porém evolui através de um de seus principais discípulos, um pastor negro chamado William Joseph Seymour, que ministrava na rua Azusa, Los Angeles, em 1906.

    Esta nova doutrina trouxe divergências, enquanto um grupo aderiu, o outro rejeitou.
    Então, em duas assembleias distintas os adeptos do pentecostalismo foram desligados.
    Em 18 de junho de 1911, juntamente com os dois estrangeiros fundaram uma nova igreja e adotaram o nome de Missão de Fé Apostólica, nome este que já era usado pelo movimento de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo com William Joseph Seymour.

    A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de Albuquerque.
    Sete anos mais tarde, em 18 de janeiro de 1918, a nova igreja por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se Assembleia de Deus, em virtude da fundação das Assembleias de Deus nos Estados Unidos em 1914, em Hot Springs, Arkansas, mas, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.

    A Assembleia de Deus no Brasil expandiu-se pelo estado do Pará, alcançando o Amazonas e propagou-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população.

    Chegou ao Sudeste por volta de 1922, através de famílias de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para estabelecer a nova denominação aonde quer que chegassem.

    Nesse ano, a igreja teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, em 1924 ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren vindo de Belém para a então capital da República.

    Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão de Paulo Leivas Macalão, filho de um general e precursor do assim conhecido Ministério de Madureira.

    Em 1930, foi realizado um concílio da igreja na cidade de Natal, daí a Assembleia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil.
    A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembleias de Deus dos Estados Unidos.

    Mais tarde outras denominações chamadas pentecostais surgiram, e todas se dizem adéptas do tal batismo que teria ocorrido em Jerusalém, Porém se enganam e são enganados, o templo de Jerusalém foi destruido no ano 70, e antes nunca existiu igreja, nem Jesus, nem espirito santo, nem apóstolos, nem tão pouco o tal pentecoste.

    Fontes:

    THE LIFE OF CHARLES F. PARHAM: Founder of Apostolic Faith Movement."
    Autora: Sarah E. Parham (Editora Garland Publishing Inc; New York and London, 1985, publicado em 1930).

    The Faith Healers", de James Randi. Editora Prometheus Books.

    A Vingança de Deus. Autor:Gilles Kepel. Editora Siciliano. (Traduzido por J. E. Smith Caldas).

    Robert Longman Jr (www.spirithome.com/histpen1.html)



    As siglas do engano politico religioso: AC DC

    A fábula Novo Testamento Jesus o falso Messias de Roma


    Estas siglas é uma maldição, o "nascimento" (criação) do baal mudou toda a história, aonde os enganos aumentaram, exemplo:

    Qual data seria 80AC ? A maioria poderia dizer, não tem sentido.

    Porque diriam? Porque o engano e a mentira ja criou raiz em seus sentidos.

    Para que entendam, vamos fazer o calculo para saber qual data se refere a 80AC:

    80AC= data da criação do cristo -80

    Portanto: 325-80= 245

    Daí, 80AC é a data ou ano 245

    Enquanto o povo não entender esta trapaça, vai continuar levando o cristo do Constantino para ano 1.

    Esta farsa é ensinada pela mídia, teológicos, religiosos, bíblia, colégios....etc

    E assim todos acham que o baal criado no ano 325 nasceu no ano 1

    E 200 DC? Simplesmente 325 +200=525 (Nesta data o monge Dionisio determinou que a data do nascimento do cristo seria o ano 1)

    O primeiro calendário romano foi chamado de juliano instituído por Júlio César no ano 3714

    O mítico dia do nascimento do Jesus foi oficializado pelo monge Dionísio por volta do ano 525, que determinou o ano 1 correspondendo ao ano 753 da fundação de Roma.

    O calendário gregoriano, aquele que usamos em nossos dias, foi promulgado pelo papa Gregório XIII em 24 de Fevereiro de 1582 em substituição ao calendário Juliano, vindo a ser implantado no mesmo ano, no dia 15 de Outubro.

    Tudo não passa de uma politica religiosa, aonde levaram a criação do cristo do ano 325 para o ano 1, que também não tem sentido, pois dizem que o tal jesus teria nascido dois anos antes da morte de Herodes, aonde inventaram que Herodes mandou matar as crianças.
    Ano atual que este documento foi criado: 5777 (Gregoriano 2017)

    Exemplos:

    Morte de Yeshua o Essenio: 3680
    Nascimento de Herodes o Grande: 3687
    Nascimento Salomé I: 3703 - morte: 3770
    Nascimento Herodes Antipater II 3714
    Nascimento Mariamne II esposa de Herodes o Grande: 3723
    Nascimento Herodes Arquelau: 3737 - morte: 3778
    Nascimento Herodes Antipas: 3740 - morte: 3799
    Morte de Herodes o Grande e Herodes Antipater II: 3759
    Censo de Quirino: 3766


    O Homossexualismo é um fator genético

    Foto ilustrativa:


    Homosexualismo não é uma opção

    Autor: Lisandro Hubris São Miguel - Açores - Portugal

    Em 2006, o Museu de História Natural de Oslo, na Noruega, apresentou a primeira exposição dedicada a "Animais gays", que foi chamada de "Against Nature".

    Na exposição foram exibidos 500 exemplares de comportamentos homossexuais entre mamíferos, insetos e crustáceos, de um universo com mais de 1.500 relatos, inclusive de Pingüins, golfinhos, bisões, cisnes, girafas e chimpanzés, que são apenas alguns exemplos de animais que praticam relações homossexuais.

    Já que as Lulas, muitos dos seres que vivem nas profundezas abissais, e mais de 1000 tipos de animais são bissexuais, se derrubou o mito de que “Os animais só fazem sexo para reprodução”

    E ficou provado que o comportamento homossexual é um DETERMINISMO BIOLÓGICO.

    Os cientistas do Hospital Universitário Karolinska (Estocolmo) já sabiam que a homossexualidade é herdada mais da mãe; e confirmaram que o feto também pode ser contaminado pelas células que à gestante ainda teria de alguma gestação anterior, na sua corrente sanguínea.

    Diversas pesquisas sobre homossexualidade e neurociência, inclusive uma pesquisa realizada em 1991, por Simon Le Vay, do Instituto Salk da Califórnia, EUA, o mesmo Instituto onde Torsten Wiesel e David Hibel provaram que, a região do cérebro envolvida na regulagem do comportamento sexual é comandada por um substrato biológico da orientação sexual, descobriram que determinados impulsos dos homossexuais são anatomicamente diferentes dos impulsos dos héteros sexuais.

    A origem da homossexualidade é biológica, e os indivíduos com predisposição sexual para ter relações com mulheres, têm um NIHA-3 MAIOR.

    Enquanto os com vocação para ter relações sexuais com homens, tem um NIHA-3 MENOR.

    “NIHA-3” significa Núcleo Intersticial do Hipotálamo Anterior.

    O NIHA-3 é denominado de “3”, porque também existe o NIHA 1, 2 e 4, que são estruturas do hipotálamo que regulam a fome, a sede, a temperatura e outros hormônios.

    Lê Vay pesquisou o tecido cerebral de 41 indivíduos, e entre eles havia 19 homens comprovadamente gays; 16 homens héteros sexuais e 06 mulheres normais.

    A conclusão do Dr. Le Vay foi que "O NIHA-3 exibiu dismorfismo”, ou seja, o aparecimento de duas formas diferentes, dentro de um mesmo grupo. Pois tanto o NIHA-3 dos gays, como NIHA-3 das mulheres são MENOS volumosos.

    A descoberta de que entre os héteros sexuais e os homossexuais, um núcleo difere em tamanho, e aparece de duas formas características, indica que a orientação sexual dos homossexuais depende da biologia do individuo.

    Quando o embrião não recebe hormônios masculinos suficientes, ou a sua “NIHA-3” cresce POUCO, terá atração por MACHOS, uma vez que o embrião recebe hormônios masculinos, e se a sua “NIHA-3” cresce MUITO, as chances de ele gostar de fêmeas são maiores.

    É o Antígeno HY que faz com que o corpo e a mente do embrião se desenvolvam como macho. É o Fator determinante de testículo TDF que após a sétima semana gestacional, fornece as informações para produzir as características masculinas do embrião.

    Os testículos uma vez pronto, produzem o hormônio Testosterona, que é o responsável pelas características típicas do macho.



    Mulheres Humilhadas

    A fábula Novo Testamento
    Jesus o falso Messias de Roma

    Histórias ridículas - mulher humilhada até a morte


    Ló, o homem justo da bíblia, oferece suas duas filhas virgens para serem estupradas por um grande grupo de homens no lugar de dois hóspedes estranhos.
    Era "justo", mas não honrava a família, eram anjos? Acorda povo, claro que não.
    Na suposta destruição de Sodoma e Gomorra, Ló, sobrinho de Abraão, foi o escolhido para ser poupado junto com sua família por ser especialmente correto.
    Dois "anjos", em forma de homens, foram enviados a Sodoma para avisar Ló e dizer que ele saísse da cidade antes da destruição.
    Ló recebeu os tais com hospitalidade, e então os homens de Sodoma reuniram-se em torno da casa dele e exigiram que Ló entregasse os "anjos" para que eles pudessem sodomizá-los (manter relações sexuais).
    “Onde estão os homens que vieram para tua casa esta noite? Traze-os para que abusemos deles” (Gênesis 19, 5). Ló recusa à exigência mas joga a honra da sua familia na lama:

    “Não, meus amigos! Não façam essa perversidade! Olhem, tenho duas filhas que ainda são virgens. Vou trazê-las para que vocês façam com elas o que bem entenderem. Mas não façam nada a estes homens, porque se acham debaixo da proteção do meu teto” (Gênesis 19, 7-8).
    Porém a oferta que Ló fez da virgindade de suas filhas mostrou-se desnecessária, pois os anjos conseguiram afastar os agressores cegando-os por milagre. Eles então advertiram Ló para que partisse imediatamente com sua família e seus animais, porque a cidade estava prestes a ser destruída.
    E assim eles escaparam, com a exceção da mulher de Ló, que o Baal (Senhor) transformou num pilar de sal porque cometeu uma grande ofensa, olhou para trás para ver a chuva de fogo.
    As duas filhas de Ló, depois que sua mãe foi transformada num pilar de sal, foram morar com o pai numa caverna, no alto de uma montanha.
    Então decidiram embebedar o pai e manter relação sexuais com ele.
    Ló não teria percebido sua filha mais velha chegar à sua cama nem quando saiu dela, mas não estava bêbado demais para engravidá-la.
    Na noite seguinte as duas filhas combinaram que era a vez da mais nova. Novamente "Ló estava Bêbado demais para perceber", e a engravidou também (Gênesis 19, 31-36).

    A história de Ló retorna no capítulo 19 do livro dos Juízes, quando um levita (líder religioso) não identificado, viajava com sua concubina e um escravo em uma região próxima à antiga Jerusalém.
    Praticamente duas historias iguais, como teria acontecido com Abraão e Isaque, pois ambos tiveram suas esposas lindas raptadas.
    Eles passaram a noite na casa de um velho hospitaleiro. Enquanto jantavam, os homens da cidade chegaram e bateram à porta, exigindo que o velho entregasse seu convidado para que pudessem abusar sexualmente dele.
    "Traga para fora o homem que entrou na sua casa para que tenhamos relações com ele" - Juízes 19:22
    Então o velho hospitaleiro repete as mesmas palavras de Ló:
    “Não, irmãos meus, não façais semelhante loucura, aqui está minha filha virgem e a concubina do meu hóspede. Eu as trarei para vocês, e vocês poderão usá-las e fazer com elas o que quiserem. Mas nada façam com esse homem, não cometam tal loucura!" - Juízes 19, 23-24.

    Era uma loucura com os homens, mas com a filha estava tudo bem “poderão usá-las e fazer com elas o que quiserem, humilhem, estrupem, mas mostrem o devido respeito por meu convidado", afinal de contas, é homem e deve ser respeitado.
    Apesar da semelhança entre as duas histórias, ao contrário do que aconteceu com as filhas de ló, o desfecho para a concubina do viajante foi trágico. O viajante a entrega à multidão, que a estupra coletivamente a noite inteira:
    “E eles a forçaram e abusaram dela toda a noite até pela manhã; e, subindo a alva, a deixaram. Ao romper da manhã, vindo a mulher, caiu à porta da casa do homem, onde estava o seu senhor, e ali ficou até que se fez dia claro” - Juízes 19, 25-26
    De manhã, o viajante (um homem de Deus) encontra a concubina prostrada na porta e diz, com o que hoje consideraríamos de uma aspereza insensível: “Levanta-te, e vamos”. Mas ela não se moveu. Estava morta. Então ele “tomou de um cutelo e, pegando a concubina, a despedaçou por seus ossos em doze partes; e as enviou por todos os limites de Israel”. Juízes 19, 29

    De novo aparece o numero 12:
    12 tribos, 12 pedras do jordão, 12 filhos de Jacó, 12 discipulos do baal jesus cristo, 12 sígnos....etc

    Na lei alguem escreveu:" As bruxas não deixarás viver, neste caso, me parece que para os bruxos estava tudo bem, o problema era com as mulheres.
    E por causa deste escrito, na idade média muitas mulheres foram acusadas de serem bruxas e foram queimadas na fogueira.


    O Cristianismo Negro

    Uma parte do cristianismo negro atualmente usa uma capa chamado "Evangélico"


    O Cristianismo escravizou e massacrou nativos Americanos e o total dos massacrados ultrapassou cem milhões.


    Antes de 1492, os Estados cristãos do Ocidente lutavam entre si dentro de uma bacia bem restrita: a Europa, a África do Norte e as terras banhadas pelo Mediterrâneo. Após a façanha de Colombo, essas lutas se espalharam pelo mundo todo, com a bênção das várias Igrejas.

    Cristóvão Colombo, descobrindo um novo continente, pensava que com o rei da Espanha poderiam realizar uma Cruzada para libertar a Terra Santa.

    O Papa Alessandro VI Bórgia (1492-1503), dividiu com a bula Inter Caetera, o globo terrestre entre as nascentes potências coloniais católicas, uma linha de alto a baixo dividia em dois o mapa: metade era reservada à Espanha, e a outra para Portugal.

    A história ensina que o descobrimento da América por Colombo, em 1492, trouxe à tona uma questão delicada. A expedição do navegador genovês havia sido financiada por dois diferentes patronos, com longo histórico de antipatia mútua: de um lado, o rei português Dom João II; de outro, os reis Fernando e Isabel de Castela e Aragão. Qual dos dois reinos teria primazia sobre os mares e terras recém-descobertos?

    Em 1494 - Como uma briga de família na Espanha Medieval dividiu o mundo ao meio, o autor canadense Stephen R. Bown conta as tramas paralelas que se enredaram para formar a grande história do Tratado de Tordesilhas, documento que dividiu o mundo ao meio e transformou os oceanos em campo de batalha entre várias nações europeias.

    Uma história em que o xadrez político é jogado lance a lance por personagens movidos por poderosas motivações: da obstinada Isabel, tornada rainha graças a sua luta particular pelo direito de escolher o próprio marido, ao arrogante e ganancioso Colombo em sua busca pela glória nos mares. Sem deixar de mencionar o brilho intelectual de Hugo Grotius, teórico jurídico holandês que no século XVII fixou a ideia de "Mare Libertum", desencadeando um novo entendimento sobre a exploração dos oceanos, que resultaria na legislação marítima internacional atualmente em vigor.

    Coube ao papa Alexandre VI – Rodrigo Bórgia, amigo do rei Fernando II de Aragão – resolver o impasse entre Espanha e Portugal ao emitir a bula papal Inter Caetera, que estabeleceu as bases para o Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494. O decreto proclamava a criação de uma linha imaginária no Oceano Atlântico, de polo a polo do globo terrestre, repartindo todo o mundo conhecido (e também o desconhecido) entre os dois países.



    Este tratado assinado na povoação castelhana de Tordesilhas em 7 de junho de 1494, foi um acordo entre o Reino de Portugal e a Coroa de Castela para dividir as terras "descobertas e por descobrir" por ambas as Coroas fora da Europa.

    Considerado um dos maiores acordos diplomáticos e políticos de todos os tempos, o tratado e suas consequências abriram caminho para o surgimento do conceito moderno de liberdade dos mares – o uso desimpedido das vias aquáticas do mundo para comércio e viagens. Recheado de informação histórica, 1494 mescla relatos de época com detalhes que contribuem para resgatar os ambientes da época. Mérito do escritor Stephen R. Bown, especializado em livros históricos, sobretudo enfocando grandes exploradores e história da ciência.

    Quando Colombo desembarcou em Cuba, a população da ilha somava cerca de oito milhões de habitantes. Quatro anos depois, estava mais do que dizimada. Depois que os cubanos em parte foram exterminados, os espanhóis começaram a importar escravos de outras ilhas do Caribe. Assim, "milhões de autóctones da região caribenha foram efetivamente liquidados em menos de um quarto de século".

    O trabalho de conquista, exploração e sujeição das populações do continente americano foi levado adiante pelos conquistadores, comandantes de exércitos a serviço dos reis da Espanha e da fé católica.

    Estes tinham ao seu lado "corajosos" sacerdotes, entres eles:
    Hernán Cortês, Francisco Pizarro, Hernando De Soto, Pedro de Alvarado e centenas de outros, e aproveitando-se da superioridade tecnológica e militar que gozavam, destruíram florescentes civilizações como, os Incas, os Maias, e os Astecas.
    As conseqüências destas invasões foram milhões de mortos e um estado de dependência evidente até hoje.
    Massacre nas Américas (Holocausto oculto)


    Desde o início, o massacre dos nativos americanos foi "abençoado por Deus". Nos "Contos Astecas sobre a Conquista", colhidos pelo clero franciscano, lê- se que Cortês era apoiado pelo Estado Pontifício: "Esta era a vontade do papa, que dera seu consentimento à vinda deles". Além disso, o famoso conquistador andava sempre com um sacerdote ao lado.

    Quantos mortes esta tal conquista abençoada por "Deus" praticou?
    No México em 1519 a população era estimada em 12 milhões.
    Mas em 1600 existia menos de 1,3 milhão.
    Noventa por cento da população local havia sido exterminada.

    No início do século XVI, a população nativa do continente centro e sul-americano girava em torno de setenta milhões de pessoas.
    Na metade do século XVII, havia sido reduzida a sete milhões.
    E em países como o Brasil, Guatemala, região mexicana do Chiapas, o extermínio dos índios acontece até hoje.

    Tais conquistadores antes de tudo eram assassinos, se um povoado resistia, avançavam matando todos os habitantes que encontravam no caminho.
    As crônicas da época falam de "incontáveis cadáveres" espalhados por toda parte e de seu fedor "penetrante e pestilento".
    Muitos relatos acerca das atrocidades vieram dos próprios missionários e dos funcionários imperiais ou mesmo dos conquistadores.

    Hernán Cortés, um conquistador assassino Espanhol, para coibir uma possível rebelião popular, convocou sessenta caciques astecas e ordenou que cada um levasse consigo o próprio herdeiro.
    Então, mandou queimá- los vivos na presença de seus parentes e advertiu os herdeiros para que conhecessem a inconveniência de desobedecer os espanhóis.

    Um povo nativo guiado pelo chefe indígena Hatuey, tentou se rebelar contra a escravidão. Tentaram uma fuga em massa, mas foram novamente capturados pelos espanhóis. Hatuey foi queimado vivo. "Quando o amarraram ao patíbulo, um frade franciscano implorou insistentemente para que abrisse seu coração a Jesus (maldito baal romano), de modo que sua alma pudesse subir aos céus, em vez de se precipitar na perdição. Hatuey respondeu dizendo que se o "céu" era o lugar reservado aos cristãos, ele preferia ficar bem longe e ir para o Inferno."

    Seu povo também teve uma sorte parecida: "Os espanhóis gostavam de imaginar todo tipo de atrocidade ainda não cometida. Construiram forcas enormes em que os pés mal tocavam o chão (para evitar o sufocamento) e penduraram em cada uma (Em honra ao redentor e aos 12 apóstolos), grupos de 13 indígenas colocando embaixo lenha e brasas e queimando-os vivos."

    "Os espanhóis arrancavam o braço de um, a perna ou a coxa de outro, para arrancar de um só golpe a cabeça de alguém, de modo não muito diferente de como faz um açougueiro, que esquarteja as ovelhas para o mercado.

    Seiscentas pessoas, incluindo caciques, foram esquartejadas como animais ferozes... Vasco de Balboa fez quarenta delas serem devoradas pelos cães." (Standard, 2001.)

    Em 1517, nas ilhas caribenhas, "alguns cristãos encontraram uma índia que segurava uma criança em um braço, dando- lhe de mamar.

    Como os cães que os acompanhavam estavam famintos, tiraram o menino dos braços da mãe e o jogaram vivo como alimento para os cães, que o fizeram em pedaços diante dos olhos da mulher.

    Quando havia mulheres que haviam parido há pouco entre os prisioneiros, se os recém-nascidos começassem a chorar, pegavam-nos pelas pernas e os batiam contra as pedras ou os jogavam em plantas espinhosas para que morressem" (Todorov, 1997, p. 169).

    Frei Bartolomeu de las Casas, participou da segunda viagem de Cristóvão Colombo. Las Casas estava presente no massacre de Caonao, em Cuba, quando uma centena de espanhóis armados, e querendo verificar se suas espadas estavam bem afiadas, "começaram a estripar, perfurar e massacrar ovelhas e cordeiros, homens e mulheres, idosos e crianças que estavam tranqüilamente sentados ali perto, observando maravilhados os cavalos e os espanhóis".

    Não contentes com o massacre ao ar livre, entraram em uma casa grande e "começaram a assassinar, cortando e furando todos aqueles que ali se encontravam: o sangue escorria por toda parte, como se um rebanho de vacas tivesse sido morto... A visão das feridas que cobriam os corpos dos mortos e dos moribundos era um espetáculo horrível e assustador... os golpes sobre os corpos completamente nus e sobre aquelas carnes delicadas haviam partido ao meio um homem com um único golpe" (Todorov, 1997, p. 172).

    O viajante Pietro Martire assim descreve a expedição de Vasco Nunez de Balboa: "Assim como os açougueiros cortam em pedaços a carne dos bois e das ovelhas para vendê-la pendurada em ganchos, os espanhóis arrancavam com um só golpe o traseiro de um, a coxa de outro, e de outro as costas.

    Ainda em 1550, o monge Jerônimo de San Miguel denunciou que os espanhóis "queimaram vivos alguns índios, arrancaram mãos, nariz, língua e membros de outros; outros foram jogados aos cães; mulheres tiveram os seios cortados..." O bispo de Yucatán, Diego de Landa, disse ter visto "uma grande árvore com galhos onde um capitão havia enforcando várias índias; e em seus tornozelos pendurara, pela garganta, seus filhos.

    E se durante o transporte os indígenas, arrastados com a corda no pescoço, não andassem animados como seus companheiros, os espanhóis cortavam sua cabeça, para não precisar parar para desamarrá-lo".

    Um cronista de 1570 fala de um "juiz "que afirmava em público em cima de um tablado em voz alta dizia, que se faltasse água para irrigar as fazendas dos espanhóis, seria utilizado o sangue dos indígenas".
    Roubando as terras dos nativos (Holocausto oculto)

    Um documento lido pelos espanhóis liam para os nativos,rezava: "Cristo (maldito baal romano), definido como o "chefe da estirpe humana", transmitiu seu poder a São Pedro, e este, aos papas, seus sucessores. Um desses papas deu o continente americano aos espanhóis, que eram seus legítimos governantes".

    Se os "índios" se submetessem aos espanhóis "de boa vontade", manteriam o status de homens livres, do contrário seriam capturados como escravos. "Com isso, garanto e juro que, com a ajuda de Deus e com a nossa força, penetraremos em suas terras e faremos guerra contra vocês para submetê-los ao jugo e ao poder da Santa Igreja causando-lhes todo prejuízo possível e de que somos capazes, como convém a vassalos obstinados e rebeldes que não reconhecem seu senhor e não querem obedecer, mas se opor a ele." (Standard, 2001, p. 66.)

    Em 1550, o conquistador Pedro de Valdívia enviou uma relação sobre a guerra contra os arauaques, nativos do Chile, ao rei da Espanha. Nela se lê, entre outras coisas: "Mandei cortar o nariz e as mãos de duzentos deles, para puni-los por sua insubordinação". O conquistador Oviedo chegará a afirmar: "Quem irá negar que usar a pólvora contra os pagãos é como oferecer incenso a Nosso Senhor?"

    As guerras de conquista, além de assassinatos, provocavam a morte de vários índios em decorrência da escassez que se sobreveio a elas. Durante a guerra para a conquista da Cidade do México, os espanhóis destruíram as colheitas e se viram a ponto de ter eles próprios problemas com as provisões de milho.

    Grande parte da população nativa foi reduzida à escravidão diretamente, capturada pelos espanhóis, ou indiretamente, não conseguindo pagar os pesados tributos impostos pelos novos dominadores. Eis o que escreve um cronista da época: "Os impostos que recaíam sobre os índios eram tão altos que muitas cidades, não conseguindo pagá-los, vendiam aos usurários as terras e os filhos dos pobres; mas como os empréstimos eram freqüentes demais, e os índios não podiam se livrar nem vendendo tudo que tinham, algumas cidades se esvaziaram completamente e outras perderam parte da população."

    O governador da Cidade do México, Nino de Guzmàn, escravizou dez mil nativos em uma população total de 25 mil. Os sobreviventes abandonaram os vilarejos por medo de ter a mesma sorte. Muitas vezes, aqueles que não conseguiam pagar os impostos eram punidos com a tortura ou o cárcere.

    Os índios escravizados, em especial nos primeiros anos da Conquista, eram tratados como animais de matadouro. Las Casas denunciou episódios de espanhóis que davam a carne de índios trucidados aos animais no pasto e aos cães; nativos eram abertos para que se extraísse sua gordura (à qual se atribuíam qualidades medicinais) ou tinham as extremidades horrendamente mutiladas (nariz, mãos, seios, língua, órgãos genitais).

    Os nativos não pereciam só pela espada ou pela pólvora, mas também pelas condições de vida desumanas impostas pelos conquistadores. Turnos de trabalho massacrantes, desnutrição, doenças trazidas pelos conquistadores, às quais seu organismo não estava acostumado. Todas essas causas fizeram mais vítimas do que guerras ou massacres juntos.

    Também foi grande o número de indígenas mortos durante o trabalho de construção da Cidade do México e da demolição dos templos aonde os nativos adoravam a Yaveth. Muitos cairam dos andaimes, outros esmagados por traves ou quem ficasse embaixo de prédios demolidos.

    A expectativa de vida para quem era obrigado a trabalhar nas minas de ouro era de 25 anos. Os serviços de aprovisionamento nas minas também era de um cansaço extenuante. Os índios encarregados do trabalho percorriam a pé, sobrecarregados de peso, distâncias de quase 100 quilômetros. Muitas vezes, suas próprias provisões terminavam antes de chegarem ao destino, e, quando chegavam, podiam ser pegos para trabalhar nas minas por vários dias sem receber nenhuma alimentação suplementar. Muitos morriam de fome e de cansaço nas minas ou na estrada de volta.

    "Os corpos dos índios e dos escravos mortos nas minas produziam uma exalação tão fétida que deles nasceu uma pestilência, sobretudo nas minas de Guaxaca. Até um raio de meia légua de distância, e por grande parte da estrada, não se fazia nada além de caminhar sobre cadáveres ou montes de ossos, e os bandos de pássaros e corvos que chegavam para devorá-los eram tão grandes que tapavam o sol. Assim, muitos povoados se esvaziaram ao longo da estrada e nos arredores."

    As transferências de mão-de-obra por navio de um local de trabalho extenuante a outro também não eram livres de vítimas. "Toda vez que os índios eram transferidos, muitos morriam de fome durante a travessia. que o rastro.

    Depois que mais de oitocentos índios eram transferidos para o porto daquela ilha chamado Porto de Plata, esperavam-se dois dias antes de fazê-los descer da caravela. Deles, seiscentos morriam e eram jogados no mar, boiavam como grandes tábuas de madeira." (Todorov, 1997, p. 166.)
    Os missionários e seus ensinos mentirosos.

    Com a conquista e a cristianização forçada, os índios não foram mortos apenas fisicamente, mas também moralmente. Sob esse aspecto, é exemplar o caso do povo dos lucaianos, deportados em massa pelos espanhóis com seu engodo. Os conquistadores, com a cumplicidade dos padres, conseguiram convencê-los de que os estavam levando para uma Terra Prometida, onde encontrariam todos seus parentes já mortos.

    "Como os padres os encheram de falsas crenças e os espanhóis as confirmaram, abandonaram sua pátria para correr atrás daquela vã esperança. Tão logo entenderam que tinham sido enganados, já que não encontraram nem seus pais, nem outras pessoas que queriam reencontrar, enquanto eram obrigados a aturar condições extenuantes e trabalhos pesados com os quais não estavam acostumados, se desesperaram. Ou se suicidavam, ou decidiam se deixar morrer de fome e faziam jejum, recusando-se a comer a qualquer custo." (Todorov, 1997, p. 166.)

    O bispo de Zumarraga escreveu ao rei da Espanha que os nativos "não procuram mais as mulheres para não gerar escravos". Las Casas denunciava que "marido e mulher não ficavam juntos nem se viam por oito ou dez meses ou por um ano inteiro; quando no final se encontravam, estavam tão cansados e prostrados de fome e dos trabalhos, tão acabados e enfraquecidos, que mal se importavam em ter relações conjugais. Assim, pararam de procriar. Os recém-nascidos morriam logo, pois as mães — cansadas e famintas — não tinham leite para alimentá-los.

    Quando estive em Cuba, sete mil crianças morreram em três meses por esse motivo. Algumas mães afogavam os filhos por desespero; outras, ao perceber que estavam grávidas, abortavam com o auxílio de algumas ervas que fazem parir filhos mortos. Trata-se de um assassinato econômico, e os colonizadores têm toda a responsabilidade" (Todorov, 1997, p. 166).

    Missionários abençoaram os massacres e as tragédias, e os reis da Espanha instituíram na América, além das missões, tribunais de Inquisição destinados a punir todos os indígenas que insistissem em seguir seus próprios cultos tradicionais. Filipe II chegou ao ponto de instituir uma inquisição "de galeras", um tribunal itinerante com o objetivo de descobrir e punir os hereges nos navios durante as longas travessias oceânicas.

    Porém existia sacerdotes que se interessavam genuinamente pelas condições de vida dos indígenas e denunciaram com força os abusos, as atrocidades e os massacres.

    O bispo Bartolomé De Las Casas, escreveu vários livros sobre as condições de vida dos nativos americanos e defendeu sua causa junto aos reis da Espanha. Sabendo com quem estava lidando, Las Casas e os outros sacerdotes apelaram não só aos seus sentimentos, mas também à utilidade econômica de uma política de clemência.

    Las Casas, em um relatório, afirmou que a realização de suas propostas seria "de grande proveito para Sua Alteza, cujos rendimentos aumentariam proporcionalmente". E o eclesiástico Motolinia escreveu: "Os espanhóis não percebem que, se não fossem os frades, não teriam mais empregados em suas casas e em suas terras, pois teriam matado todos, como aconteceu em Santo Domingo e em outras ilhas, onde os índios foram exterminados." Mas se os nativos não podiam mais ser utilizados em funções pesadas, quem trabalharia nas plantações e nas minas, quem construiria as casas dos novos dominadores?

    Os conquistadores encontraram uma solução pior que o mal: importar da África escravos negros. Os sacerdotes "bons" também se preocuparam em aprender a língua e os costumes dos nativos, para tornar mais eficaz sua obra de conversão e transformar os indígenas em perfeitos cristãos.

    O franciscano Bernardino de Sahagün, docente de um colégio de Tlatelolco destinado aos descendentes da antiga nobreza asteca, obtém resultados extraordinários no ensino do latim. De início, como ele mesmo conta, os espanhóis e os monges das outras ordens caçoaram de seus esforços, pois os índios eram considerados animais, "obtusos como asnos". Mas quando perceberam que o grupo de estudantes tinha feito grandes progressos, alarmaram-se: "Para que lhes ensinar a gramática? Não correm o risco de se tornar hereges? Diziam também que lendo as Sagradas Escrituras constatariam que os antigos patriarcas tinham muitas mulheres, exatamente como eles".

    Um funcionário de Carlos V escreveu: "É bom que eles sejam catequizados, mas saber ler e escrever é tão perigoso quanto se aproximar do demônio". Em suma, instruir os índios era positivo, mas até certo ponto. Por um lado, os nativos não tinham direito de seguir as próprias tradições e a própria cultura, por outro, não lhes era permitida nem a possibilidade de se integrarem à nova sociedade e se tornarem "pares" dos espanhóis.

    Em 1579, em uma petição à Inquisição, os superiores das ordens agostiniana, dominicana e franciscana pediram que fosse proibida a tradução da Bíblia na língua indígena.
    América do Norte

    Na invasão inglesa na América do Norte, justificaram com a necessidade de levar o Evangelho e de "edificar uma fortaleza contra o reino do anticristo".

    Então os brancos logo começaram a expulsar os nativos de suas terras, e isso apesar de os primeiros colonizadores terem conseguido sobreviver ao inverno rigoroso graças à ajuda dos "índios". Também lá, as guerras, massacres, prepotência e epidemias exterminaram grande parte dos povos indígenas. .

    De aproxidamente 12 milhões de nativos que povoavam o atual território norte-americano antes da invasão, só restou 250 mil..

    A epidemia de varíola, que exterminou cerca de dois terços da população indígena, foi vista pelos invadores cristãos como um dom divino. Assim escreveu o governador de Massachusetts em 1634: "Quanto aos indígenas, quase todos morreram de varíola, e assim o Senhor confirmou nosso direito de continuar o que fazemos"

    Para os nativos da América do Norte, a guerra não era um fenômeno desconhecido, mas os combates entre as tribos de peles-vermelhas nunca assumiram a crueldade dos embates entre ocidentais. Os padres peregrinos (os primeiros invasores que deram origem aos Estados Unidos da América) notavam com estupor que "suas guerras não são nem de longe tão cruéis" quanto as européias, e acontecia até "de guerrearem por sete anos sem que sete homens perdessem a vida". Além disso, os índios, no combate, poupavam mulheres e crianças do adversário.

    Bem diferentes eram os costumes dos "civilizadores" cristãos: "Quando um índio era acusado por um inglês de roubar uma xícara e não a devolvia, a reação inglesa era logo violenta: atacavam os índios ateando fogo ao povoado todo". Exemplo, as inúmeras guerras índias que ocorreram entre 1600 e 1800, a dos pequots, antigos habitantes do atual Massachusetts.

    De início, os colonos entraram em guerra com outro povo, o dos narragansett, responsáveis, talvez, pela morte de um inglês. Mas, com o tempo, encontraram a tribo dos pequots, que também eram inimigos dos narragansett, e em vez de reunir forças contra um inimigo em comum, os cristãos os atacaram e destruíram seus povoados. Talvez tenham pensado que um índio valia por outro. O comandante dos puritanos, John Mason, assim descreveu um dos massacres:

    "O Onipotente incutiu tanto terror a suas almas, que fugiram diante de nós se jogando nas chamas, onde muitos pereceram... Deus abria as asas sobre eles e escarnecia de seus inimigos, os inimigos de seu povo, tornando-os estacas ardentes... Assim o Senhor castigou os pagãos, alinhando seus corpos: homens, mulheres e crianças. Assim o Senhor quis dar um chute no traseiro de nossos inimigos, dando-nos, em compensação, suas terras."

    Outro puritano, Underhill, conta que "o espetáculo sanguinário foi impressionante para os jovens soldados", mas logo lembra: "Às vezes a santíssima trindade ordena que as crianças pereçam com seus pais". (santissima trindade nada é além de três demônios)

    O massacre continuou até que os pequot foram exterminados quase por completo. Muitas outras tribos sofreram a mesma sorte. Vários nativos caíram vítimas de campanhas de envenenamento, algo terrivelmente parecido com as "desratizações" atuais. Os invasores ingleses adestraram cães para farejar os índios, arrancando os pequenos dos braços das mães e destroçando-os.

    Quando as mulheres e crianças eram poupadas, era apenas para serem vendidas como escravas nos mercados das Antilhas ou da África do Norte, de onde nunca ninguém voltou. A utilização de jovens indígenas como escravas era um verdadeiro símbolo de status. Se alguma desgraçada tentava fugir, era marcada com fogo.

    O pastor Roger Williams, por ter ousado declarar que aos olhos de Deus a fé dos nativos valia tanto quanto aquela dos brancos e por ter comprado a terra, em vez de tomar posse dela, foi expulso de sua colônia junto com uma dúzia de seguidores.

    Uma inscrição no túmulo de um puritano do século XVII resume bem o clima da época: "Em memória de Lynn S. Love, que, durante sua vida, matou 98 índios que o Senhor lhe destinara, ele pretendia elevar o número a 100 quando dormiu nos braços de Jesus". Em New Hampshire e em Vermont, antes da chegada dos ingleses, a população de abenakis somava 12 mil pessoas. Menos de cinqüenta anos depois, restavam apenas 250.

    O povo dos pocumtuck chegava a 18 mil. Duas gerações depois, seu número havia caído para 920.

    Os quiripi-unquachog eram pelo menos trinta mil antes da chegada dos ingleses. Eles também foram exterminados no intervalo de duas gerações: os sobreviventes não somavam mais de 1.500

    A população nativa de Massachusetts, inicialmente composta de pelo menos 44 mil pessoas, cinqüenta anos depois estava reduzida a apenas seis mil componentes.

    Calcula-se que entre 1500 e 1900, nas duas Américas, 150 milhões de pessoas perderam a vida. Destas, dois terços por causa de epidemias (a partir de 1750, muitas vezes provocadas intencionalmente, através de presentes infectados), e cinqüenta milhões diretamente por atos de violência dos conquistadores, em decorrência da escravidão ou de tratamentos desumanos.

    Os exterminadores partilhavam seus relatórios sobre os massacres com entusiásticos boletins de guerra e citando as Escrituras: "É a vontade de Deus, que, no final das contas, nos dá motivos para exclamar: 'Como é grandiosa sua bondade! E como é esplêndida sua glória!'" E ainda: "Até que nosso Senhor Jesus o mandou inclinar-se diante dele e lamber a pólvora!"

    Em 1703, o pastor protestante Salomão Stoddard, uma das mais influentes autoridades religiosas na Nova Inglaterra, fez um pedido formal ao governador de Massachusetts para que se estendessem aos colonizadores as contribuições econômicas para "adquirir grandes matilhas de cães e para adestrá-los para caçarem índios como o fazem com os ursos".

    Em 1860, o missionário cristão Rufus Anderson comentou a respeito do banho de sangue, que até então havia exterminado pelo menos 90% da população autóctone das ilhas do Havaí, definindo-o como um fato natural, comparável à "amputação das membranas doentes de um organismo".

    Os peles-vermelhas eram considerados menos do que humanos e ninguém tinha obrigação de respeitar a palavra dada a eles. Os tratados de paz eram estipulados já com a intenção de serem violados. Por exemplo, o Conselho de Estado da Virgínia declarou que, se os nativos "ficam mais calmos depois que um tratado é firmado, temos não só a vantagem de pegá-los de surpresa, como de roubar seu milho".

    Em 1851, foram instituídas as "Reservas Indígenas", que eram verdadeiros campos de concentração onde os povos nativos eram presos.

    Desde então, passaram-se 150 anos, mas ainda hoje, nas Reservas, as condições de vida são terríveis.

    No final dos anos 1990, algumas registravam uma mortalidade de 10%, enquanto entre os brancos a taxa era de 8,1 por mil nascimentos. Ainda nas Reservas, uma criança a cada três morria até os seis meses, e a expectativa de vida de um nativo era claramente inferior à de um branco (63 anos contra 76).

    O percentual de suicídios entre os nativos era o dobro daquele da população branca, além de 75% deles sofrerem de problemas de desnutrição.
    África, Ásia e Oceania

    A primeira invasão do cristianismo no território africano ocorreu em 1344, quando o almirante de la Cerda conquistou as Ilhas Canárias. O feito foi ordenado pelo papa Clemente VI.

    Em 1400, os portugueses começaram a penetrar nas costas de Angola e da Guiné. Conseguiram o feito graças a "tratados" com as populações locais, ludibriadas pelos missionários.

    Todas as interiorizações seguintes se iniciaram assim, com os missionários inaugurando as conquistas européias. Se os africanos não cedessem, os próprios religiosos informariam aos conquistadores que chegara o momento de recorrer às armas. Foi o que aconteceu, por exemplo, em Kilwa, em 1505.

    Os habitantes das cidades não permitiram a criação de missões nos arredores, pois sabiam muito bem que eram um pretexto para o estabelecimento de antepostos militares.

    Então, os missionários franciscanos informaram os portugueses, que destruíram totalmente a cidade.

    Os missionários abençoavam os massacres, mas logo perceberam que não havia comparação entres as riquezas que os portugueses conseguiam acumular na África e as migalhas que vinha da Santa Sé.

    Assim, eles arregaçaram as mangas e trataram de conseguir, no início do século XVI, seus próprios escravos.

    Em 1540, o exército de Deus atacou o então reino etíope, mas considerou mais conveniente ser o intermediário da conquista, ganhando com isso, escravos e latifúndios, logo o tráfico de escravos da Santa Sé se intensificou.

    Em 1650, a Companhia de Jesus possuía tal quantidade de escravos, que impressionava até os portugueses, e utilizava sua própria frota, adaptada ao seu transporte.

    Os nativos fizeram eclodir verdadeiras revoltas antimissionárias, e os sacerdotes se viram "obrigados" a demonstrar determinação. Quando os escravos ousavam se rebelar, eram torturados publicamente.

    Em 1707, estourou uma revolta de escravos em Madagascar. Os missionários, no caso protestantes calvinistas, os torturaram em praça pública e estrangularam uma escrava.

    Na África do Sul, a Igreja também se colocou sempre ao lado dos bôeres (invasores brancos de origem holandesa)

    Em 1837 os zulus se insurgiram contra o roubo de suas terras, os missionários ajudaram os brancos a chegar perto de seus povoados. Foi massacrado quatrocentos africanos, entre mulheres, idosos e crianças.

    Em compensação pela atividade e preciosa participação missionária na conquista da África, as potências coloniais doaram à Igreja enormes latifúndios e entregaram às missões o monopólio da educação e da saúde.

    A África, antes da chegada dos brancos, possuía um sistema amplo de assistência sanitária. Não havia povoado em que um terapeuta tradicional não pudesse curar, com misturas de ervas e minérios moídos, quem quer que pedisse.

    Todas essas práticas e remédios foram tornados ilegais, para garantir o monopólio sanitário das missões. Mas como estas não estavam amplamente difundidas no território, a maior parte dos vilarejos africanos ficou sem possibilidade de tratamento, foi um massacre.

    No que diz respeito à educação, foram apagados milênios de história africana para educar os negros à superioridade branca. As missões ensinavam a história da Europa e a palavra de Deus. Com o bastão e o chicote, extinguiu-se a cultura de um continente.

    Em 1341, uma expedição ítalo-portuguesa fundou um povoado nas Ilhas Canárias. Estas eram habitadas por um povo de origem africana, os guanchos. Seu número, antes do desembarque dos europeus, fora calculado em cerca de oitenta mil indivíduos.

    Em 1344, o papa Clemente VI ordenou que o almirante francês de origem espanhola Louis de la Cerda conquistasse as Canárias.

    Foi o primeiro ato consciente de colonialismo europeu após as Cruzadas, e os guanchos foram o primeiro povo a ser totalmente exterminado.

    Em 1496, um indígena fez sinal para os soldados cristãos se aproximarem, e suas palavras entraram para a história: "Não há ninguém mais para combater: estão todos mortos".

    Em 1441, Antônio Gonçalves, de volta do Rio de Oro, ofereceu dez escravos africanos a Henrique, infante de Portugal. Este os ofereceu ao papa Martinho V, que, por sua vez, concedeu a Portugal a "soberania" sobre a África ao sul do Cabo Branco. A aceitação dos escravos por parte do pontífice e sua sucessiva concessão deram a Henrique a prova do consentimento do papa quanto ao tráfico de escravos.

    Em 1460, os jesuítas convenceram Ngola, rei angolano-congolês do povo quimbundo, a conceder a Diaz de Novais, o navegador, a permissão para capturar escravos e levá-los para Lisboa. Os reinos de Angola e do Congo começaram a se separar por causa do tratado.

    Entre 1480-1500, os portugueses entraram na Guiné graças a tratados do gênero, feitos através de logros entre os missionários e os chefes tribais da Guiné e de Angola.

    Em 1490, um certo Uoulof levou o chefe tribal a expulsar todos os missionários. Os soldados portugueses o mataram por isso, mas a resistência continuou a agir e impediu o estabelecimento de outros missionários.

    Em 1505, a cidade de Kilwa resistiu aos missionários e à conquista. Foi saqueada e destruída enquanto os missionários abençoavam o massacre.

    Em 1508, os missionários enviados ao Congo criaram um comércio próprio de escravos.

    Em 1529, os portugueses incendiaram e pilharam Mombaça, em represália às revoltas populares contra invasores e missionários. O tráfico de escravos esvaziou as regiões do Congo.

    Em 1534, São Tomé, sede principal do comércio, foi declarada cidade e arcebispado submisso aos missionários brancos. Em 1540, o Estado da Igreja tentou uma colonização militar do então reino etíope de Ambara-Galla-Harar.

    Em 1553, uma nova missão jesuíta chegou a Mbanza, no Congo, onde se ocupou também do tráfico de escravos.

    Em 1600, Francisco de Almeida, os jesuítas e os colonos eram os donos absolutos das costas de Angola, mas não ainda do interior. Em 1628, os missionários ampliaram a própria influência e ganharam da resistência africana. Foram conquistados novos territórios na África oriental.

    Em 1633, o cardeal Richelieu concedeu à Companhia Senegalesa de Dieppe e Rouen o monopólio do comércio de escravos por dez anos. Em 1650, os missionários da Zambésia foram desmoralizados pela prolongada resistência africana.

    Os dominicanos dispunham de enormes propriedades imobiliárias e da mão-de-obra escrava. Os jesuítas intensificaram sua participação no comércio de escravos em Angola e se tornaram latifundiários, como em Moçambique.

    A Companhia de Jesus possuía uma frota de navios particulares para o transporte dos escravos.

    Em 1660, os capuchinhos estabelecidos nas colônias portuguesas falaram de uma ampla hostilidade dos africanos para com eles. Só em Goréé, nos duzentos anos seguintes, foram "exportados" vinte milhões de escravos.

    Em 1676, as revoltas contra os missionários latifundiários e escravocratas obrigaram os bispos portugueses a abandonar São Salvador, na Angola setentrional. Em 1694, a maior parte das igrejas do país havia sido demolida pela resistência antiescravista africana.

    Em 1700, os escravistas e os missionários retomaram Angola, mas a parte setentrional do país e São Salvador eram praticamente desertas e despovoadas, por causa do comércio de escravos. Calcula-se que, desde o início do tráfico, foram massacrados 25 milhões de africanos. Os missionários, com notável precisão, atribuíram o declínio moral e material do continente negro à resistência africana.

    Em 1707, na África do Sul, um escravo iniciou uma revolta. Os missionários holandeses, a título de demonstração, torturaram quatro rebeldes com a roda e estrangularam uma escrava com as mãos.

    Em 1721, na África do Sul, os missionários holandeses obrigaram as crianças nativas a serem batizadas, mas proibiram que os escravos, pais das crianças, presenciassem a cerimônia.

    Em 1781, os bantos xhosas e os khoi-khoin, guiados pela rainha Hoho, rebelaram-se contra o roubo de seus animais e de suas terras. Resistiram por alguns anos, mas, no final, o exército branco, de grandes dimensões, os derrotou. Os sobreviventes, em 1792, foram conduzidos à missão de Baviaanskloof, a partir de onde foram distribuídos como escravos aos camponeses brancos.

    Em 1800, o missionário Van der Kemp fundou a missão de Bethelsdorp, que serviu de base militar para os ingleses.

    Em 1805, os irmãos Albrecht, missionários alemães anglicanos, deram início à conquista alemã, fundando uma missão em Warmbad, no sudoeste da África.

    Em 1815, o missionário alemão Schnelen, com a concordância da Igreja e de seu governo, fundou a missão de Betânia, no território dos namas, destinada a desenvolver um papel fundamental no período das conquistas.

    Em 1818, com o auxílio dos missionários, os ingleses do Cabo atacaram Makanda, general dos ndlambes.

    Em 1819, na Cidade do Cabo, o missionário segregacionista John Philip propôs a formação de uma "cadeia de Estados". Seu governo teria como base as missões. O povo se rebelou, mas os missionários entraram em um acordo com o governo e os militares aplacaram as revoltas com o sangue. Os canhões ingleses abateram três mil xhosas que lutavam para defender a própria terra.

    Em 1823, os missionários ocuparam os territórios baralong e criaram chefes fantoches para comandar a guerra contra Moshesh e os rebeldes.

    Em 1828, os relatórios do missionário John Philip revelavam os planos dos missionários anglicanos, que pretendiam adotar critérios segregacionistas para escolas, locais públicos e reservas e utilizar um "sistema de tratados" para conquistar e sujeitar os africanos.

    Em 1829, a missão de Philipton era a base militar britânica, juntamente com a missão de Glasgow em Balfour. O missionário metodista Shaw armou e sitiou grupos de brancos em Albany e na zona oriental do Cabo. Os colonos de Albany atacaram os negros para ampliar seus latifúndios.

    Em 1834, o missionário Philip aconselhou o governador a anexar o Xhosaland e a recorrer ao governo indireto criando chefes fantoches. Mas os xhosas resistiram ao ataque combinado de uma força de vinte mil homens composta de ingleses, bôeres e missionários católicos, wesleyanos e anglicanos.

    Em janeiro de 1835, os xhosas foram derrotados pelas tropas do missionário Philip. Os outros missionários seguiram seu exemplo.

    Em 1837, graças ao apoio dos missionários católicos e wesleyanos, os bôeres massacraram, em Mosega, quatrocentos zulus, exclusivamente mulheres, velhos e crianças.

    Em 1844, os missionários franceses "Pais do Espírito Santo" fundaram a missão de Santa Maria do Gabão e extorquiram "tratados" dos chefes das tribos, que permitiram que os franceses sitiassem o estuário do Gabão.

    Em 1853, David Livingstone atravessou a África e chegou às margens do lago Niassa, onde fundou uma missão que transformou uma base contra os nativos, preparando o terreno para os colonos ingleses.

    Em 1868, o chanceler alemão Bismarck pediu à Inglaterra para proteger os missionários do sudoeste da África. O governador do Cabo, Sir Philip Wodehouse, respondeu ao apelo do império prussiano, auxiliado pela missão do doutor Hahn, e atacou o povo dos namas. Estes resistiram enquanto puderam, mas, no final, foram exterminados quase por completo. Seu chefe foi punido pelos missionários.

    Em 1894, no dia 6 de janeiro, na Drill Hall da Cidade do Cabo, Rhodes agradeceu publicamente às missões anglicanas e católicas, ao Exército da Salvação, ao Movimento dos Jovens Exploradores de Baden Powell e à Sociedade Abolicionista por terem contribuído para a "libertação" da Rodésia dos rebeldes africanos.

    Em 1914, a maior parte do território africano pertencia às potências coloniais européias, que confiaram o controle da educação aos missionários cristãos.

    Em 1920, a Aliança das Sociedades Missionárias no Quênia pediu à Comissão da África Oriental para não permitir as contratações livres entre empregados e patrões.

    Em 1921, no Congo Belga, Kimbangu liderou o movimento anticolonialista. Seguidor de Gandhi, ele pregava a não-violência. Outro movimento de resistência foi liderado por Simon N'Tualani.

    Os missionários católicos pediram ao governo belga para perseguir os dois líderes e seus grupos, pois se recusavam a trabalhar e pagar impostos aos colonizadores.

    Kimbangu foi preso, torturado e morto. N'Tualani, por sua vez, conseguiu fugir, mas os missionários conspiraram com o governo colonial para prendê-lo.

    N’Tualani foi então capturado, junto com 38 mil pessoas, torturado e mantido em cárcere até sua morte.

    Em 1926, a Conferência Missionária Internacional condenou as Igrejas africanas "etíopes" separatistas.

    Em 1940, em maio, foi firmada uma concordata entre Portugal e o Vaticano que incluiu uma "orientação" missionária católica nas colônias portuguesas.

    Em 1946, em Uganda, foi fundado o partido Bataka, cujo programa englobava a requisição de terras para os camponeses e os direitos de cidadania para os negros. Os missionários proibiram os membros do partido de entrar nas igrejas.

    Em 1950, nasce o movimento nacionalista ugandense, cujo programa antimissionário previa a redistribuição da terra e um governo próprio.

    Em 1953, no Quênia, os missionários, guiados por Crey lançaram uma campanha racista contra as populações kikuyu e mau mau (os guerreiros quenianos independentistas). Foi estipulada a pena de morte para quem prestasse o juramento mau-mau.

    Em 1955, graças ao monopólio educacional das missões, o Congo não formou um só engenheiro ou advogado africano.

    Em 1960, nas colônias portuguesas, havia mais de cem missões católicas. As atividades "didáticas e educacionais", controladas por essas missões e por outros quinhentos missionários protestantes, eram do tipo segregacionista: não existiam universidades para os negros, e grande parte das crianças em idade escolar não freqüentava as aulas.

    A assistência sanitária, também controlada pelos missionários, era só para os brancos. Em Angola, a mortalidade infantil era de 50%, havia um médico para cada dez mil habitantes, e quase todos a serviço dos grupos europeus. Quando a população da África do Sul se insurgiu contra a segregação, ateou fogo a muitas igrejas católicas.

    Em 1964, depois da independência e do fim do monopólio das missões no campo educacional, a taxa de analfabetismo em Gana caiu de 85% para 25%.

    Em 1977, na África do Sul, pela primeira vez no século, as escolas "brancas" católicas, anglicanas e metodistas admitiram não-europeus, através de critérios seletivos e limitados e com o consentimento tácito do governo, objetivando "desintrincar" a situação pós-Soweto.
    O massacre de Jerusalem

    Em 14 de julho de 1099, os cruzados invadiram e massacraram Jerusalém. Os sobreviventes que escaparam foram Emir Iftikhar (governador de Jerusalém) e seus homens, pois foi escoltado por Raimundo de Toulouse para fora da cidade em troca de uma polpuda soma em dinheiro. Todos os outros foram trucidados.

    "Os cruzados, enlouquecidos com uma vitória tão exultante, se lançaram pelas ruas, nas casas e nas mesquitas, matando todos aqueles que encontravam, fossem homens, mulheres ou crianças, sem distinção. O massacre continuou por toda a tarde e toda a noite." (Runciman, 1996, p. 247.)

    Nem um grupo de muçulmanos protegidos pelos homens de Tancredo, reunidos em uma mesquita encimada por seu estandarte, se salvou.

    Quando Raimundo de Aguiler, mais tarde visitou a área do templo, precisou abrir caminho entre os cadáveres e o sangue que cobria suas botas.

    "O massacre de Jerusalém impressionou muito todo o mundo. Ninguém pode dizer quantas foram as vítimas, mas a cidade foi esvaziada de seus habitantes muçulmanos e judeus.

    Muitos cristãos também ficaram horrorizados, e para os muçulmanos dali em diante nasceu a certeza de que os ocidentais deveriam ser expulsos.

    Aquela sangrenta demonstração de fanatismo cristão reacendeu o brio islâmico.

    Quando os latinos do Oriente se esforçaram para encontrar uma base qualquer para a colaboração entre cristãos e muçulmanos, a lembrança do massacre sempre se colocou no caminho." (Runciman, 1996, p. 248.).



    A farsa de Isaias 53

    ISAÍAS 53 - O Servo sofredor

    Trecho poético se refere a uma Nação Hebráica no Exilio.
    Este capítulo foi escrito para enganar o povo e forçá-lo acreditar neste novo testamento mentiroso.
    Neste capítulo de Isaias 53, a intenção dos religiosos é apontar para um calvário que nunca existiu e um Messias que nunca veio.
    Na verdade o que é ensinado e apoiado pela bíblia européia é uma invenção religiosa.
    A história começa no final do capítulo 52

    Isaias 52

    13 Eis que há de prosperar meu servo (nação); será exaltado e há de se elevar bem alto.

    14 Assim como antes, multidões ficavam estarrecidas ao vê-lo dizendo: 'Sua aparência está desfigurada e não existe formosura alguma.'

    15 Assim, muitas nações (gentios) admirar-se-ão depois, e reis se calarão perante ele, porque verão o que jamais lhes fora previsto e perceberão o que nunca haviam escutado:

    Isaias 53

    1 Quem teria acreditado no que nós (povo) ouvimos, e para quem foi revelada a ação do Criador?

    2 Porque ele (nação) estava como uma planta tenra com raiz em terra seca. Não tinha forma nem beleza, era visível que não tinha boa aparência, quem o apreciaria?

    3 Foi depreciado e abandonado por todos, como uma pessoa atormentada e constantemente enferma, como alguém de quem escondemos nossa face, sendo desprezado e desconsiderado.

    4 Na verdade eram os nossos sofrimentos (povo) que ele (nação) suportava, e as dores que o oprimiam, nós o considerávamos como um ser aflito golpeado e ferido por Deus.

    5 Ferido estava, porém, por nossas transgressões, e oprimido por nossas iniquidades; seu penar era para nosso benefício e, através de suas chagas (seu exílio), fomos curados (o povo).

    6 Todos nós, como ovelhas (sem um pastor), nos desencaminhamos, cada qual voltou-se para seu próprio caminho, e sobre ele (nação) fez o Criador recair a iniquidade de todos nós (o povo).

    7 Foi oprimido e afligido, mas calou e não se pronunciou, como cordeiro que é levado para a matança, e como ovelha que fica muda ante seus tosquiadores, não abriu sua boca.

    8 Com opressão e juízo iníquo foi aprisionado; acaso alguém (das nações) se preocupou com a sua sorte? Ele (nação) foi exilado da terra por causa da transgressão do meu povo, (o povo) e por isso foi maltratado.

    9 Foi-lhe dada sepultura entre os ímpios e um túmulo entre os malfeitores, embora não tenha cometido qualquer crime, nem praticado qualquer fraude.

    10 Contudo aprouve ao Criador oprimi-lo para testar se sua alma se ofereceria como restituição, para que pudesse ver prolongados os dias de sua semente, e sentir prosperar por seu intermédio os seus desígnios.

    11 Por causa do sofrimento da sua vida verá a recompensa, e ficará satisfeito com a experiência que teve. O meu servo que é justo, fará com que muitos se tornem justos diante de mim, pois ele mesmo suportou as iniquidades deles (o povo).

    12 Por isto, das nações (gentios) separarei para ele uma porção, e dentre os poderosos (gentios) receberá despojo, porque expôs sua alma à destruição e se deixou enumerar entre os transgressores, pois mesmo suportando os pecados de tantos, intercedeu pelos transgressores (o povo).

    [Agora, porque o tal "Messias" receberia uma porção ou despojo dos gentios? tem lógica? aí já dá pra se notar a farsa dos religiosos]



    Historiadores nada escreveram sobre Jesus

    A fábula Novo Testamento
    Jesus o falso Messias de Roma

    Historiadores que nada registraram sobre Jesus do novo testamento:


    Flávio Josefo (37-100 d.C) Nada (Dois ítens falsos)

    Filon de Alexandria (10 a.C - 50 d.C) Nada

    Plínio, o Velho (23-79 d.C) Nada

    Arriano (92 - 175 d.C) Nada

    Petrônio (27- 66 d.C) Nada

    Díon Pruseus Paterculus (19 a.C – 31 d.C) Nada

    Paterculus (19 a.C – 31 d.C) Nada

    Suetônio (69-141 d.C) Nada

    Decimus Iunius Iuvenalis (final 1º Século) Nada

    Marco Valério Marcial (38 – 103 d.C) Nada

    Aulo Pérsio Flaco (34 – 62 d.C) Nada

    Plutarco de Queroneia (46 a 126 d.C.) Nada

    Caio Plínio Cecílio, o Moço (62 - 114 d.C) Nada

    Tácito o Pensador (55 - 120 d.C) Nada (Dois ítens falsos)

    Justus de Tiberíades (66–70/73) Nada

    Apolônio de Thyana (01-80 d.C) Nada

    M. Fábio Quintiliano (35-96 d.C) Nada

    Marcus Annaeus Lucanus (39-65 d.C) Nada

    Eptectus Hermógenes (55 - 135 d.C) Nada

    Hermògenes de Frígia (25 – 101 d.C) Nada

    Sílio Itálico (25 – 101 d.C) Nada

    Publius Papinius Statius (45-96 d.C) Nada

    Cláudio Ptolemeu (90-168 d.C) Nada

    Apiano de Alexandria (95-165 d.C) Nada

    Flégon de Trales (Século I/II) Nada

    Fedro (Macedônia) (30/15 a.C. – 44/50 d.C) Nada

    Valério Máximo (Século I/II) Nada

    Luciano (romano) (início Século II) Nada

    Pausânias – (geólogo) (115 - 180 d.C.) Nada

    Floro Lúcio de Alexandria (Século I/II) Nada

    Quinto Cúrcio (10 a.C - 54 d.C) Nada

    Aulo Gélio (125 - 180 a.C.) Nada

    Díon Crisóstomo (40 – 120 d.C) Nada

    Columella (Lucius Moderatus) (04 – 70 d.C) Nada

    Valério Flaco (Poeta) (Final Século I) Nada

    Dâmis (discípulo de Thyana) (66 d.C) Nada

    Favorino di Arles (80 – 160 d.C) Nada

    Claudio Lísias (Século I) Nada

    Pompônio Mela (Século I) Nada

    Teão de Smyrna (Século I) Nada

    Historiadores que viveram na época, que o teria conhecido caso o dito cujo existisse, é claro


    Filon de Alexandria (10 a.C - 50 d.C) Nada

    Plínio, o Velho (23-79 d.C) Nada

    Petrônio (27- 66 d.C) Nada

    Paterculus (19 a.C – 31 d.C) Nada

    Apolônio de Thyana (01-80 d.C) Nada

    Sílio Itálico (25 – 101 d.C) Nada

    Quinto Cúrcio (10 a.C - 54 d.C) Nada

    Columella (Lucius Moderatus) (04 – 70 d.C) Nada

    Vários sacerdotes e vários Jesus


    Do reinado de Herodes o Grande, até a queda do Templo foram 28 sacerdotes, e quatro Jesus:

    Jesus ben Phiabi.

    Jesus ben Sec.

    Jesus ben Damneus.

    Jesus de Gamala.



    A farsa do Emanuel de Isaias 7:14

    Tome conhecimento do que está escrito na bíblia e se liberte do Emanuel do natal, veja que este Emanuel se refere ao um Rei Ezequias, e não ao Jesus inventado.
    Segundo o trecho, o Emanuel Deus Conosco foi o Filho do Rei Acaz,ou seja, Ezequias.

    Armadilha dos pregadores protestantes: "Versiculos isolados"

    Explicando todo o texto:

    Isaías 7:1

    No tempo em que Acaz, filho de Jotam e neto de Uzias, era o rei de Judá, aconteceu que o rei da Síria, chamado Recin e o rei de Israel chamado Peca (filho de Remalias), vieram atacar a cidade de Jerusalém mas não conseguiram conquistar.

    Isaías 7:2

    Acaz e a sua corte foram informados de que os arameus (Sírios) tinham acampado em Efraim. O rei e o seu povo perante a notícia, ficaram com o coração em sobressalto e agitados como ficam as árvores da floresta pelo vento.

    Isaías 7:3

    Então o Deus dos hebreus teria se manifestado a Isaías: "Vá ter com o rei Acaz e leva contigo o teu filho Chear-Jachub, ele encontra-se no extremo do canal da piscina superior, na direção da calçada do Lavadouro.

    Isaías 7:4

    E diga-lhe: Fique atento e tenha calma, não tenhas medo nem te acovardes por causa da cólera de Recin o arameu, e do filho de Remalias, não são mais do que dois tições fumegantes. [Anote que já existe um preconceito racial por parte do deus dos hebreus, ou dos religioso escritor]

    Isaías 7:5

    De facto, a Síria, Peca e as tropas de Efraim resolveram acabar contigo, pois disseram:

    Isaías 7:6

    Avancemos contra Judá, vamos sitiá-la, obrigá-la a render-se a nós e instalemos como rei o filho de Tabiel.

    Isaías 7:7

    Mas eis o que diz o teu Deus: “Tal coisa não acontecerá"

    Isaías 7:8

    Damasco é a capital da Síria, e Recin é quem manda em Damasco. Daqui a sessenta e cinco anos Efraim deixará de ser um povo.

    Comentário do verso 8

    Segundo a história:

    [20 anos mais tarde (720 AC ) as tribos foram levadas em cativeiro pelos Assírios, após 45 anos (totalizando 65 anos) Efraim deixou de ser povo em (676 AC)]

    Isaías 7:9

    Samaria é a capital de Efraim, e Peca o filho de Remalias só manda em Samaria. Se não acreditarem, não estarão seguros.

    Isaías 7:10

    De novo o Deus dos Hebreus manda Isaías levar outra mensagem a Acaz:

    Isaías 7:11

    Pede a teu Deus um sinal, venha ele do fundo do abismo ou do alto do céu.

    Isaías 7:12

    Mas Acaz respondeu: Não pedirei tal coisa, não provocarei a Deus.

    Isaías 7:13

    Isaías disse-lhe então: Ouve-me bem, herdeiro da dinastia de David, não te basta cansar a paciência dos homens, ainda queres cansar também a paciência do meu Deus?

    Isaías 7:14

    Pois bem, será o próprio Deus que vos dará um sinal: a jovem está grávida e vai dar à luz um filho e pôr-lhe-á o nome de Emanuel (Deus é conosco).

    Comentário do verso 14

    Emanuel, (Deus é conosco) seria uma caracteristica do menino, o nome colocado no menino deveria ter esta caracteristica.
    Ezequias (Deus fortalece, que tem a força de Deus, Deus sempre conosco).
    Falsos escribas trocaram a palavra "jovem" por "virgem" para enganar o povo insinuando que este menino é Jesus
    Entretanto o escrito de Isaias deixa bem claro que o sinal era para o Rei Acaz.
    A jovem era a mulher de Acaz, e o menino que iria nascer era seu filho que recebeu o nome Ezequias.

    Isaías 7:15

    Comerá requeijão e mel, até chegar à idade de saber rejeitar o mal e escolher o bem.

    Isaías 7:16

    Mas antes que a criança saiba rejeitar o mal e escolher o bem, o território dos dois reis que tu tanto temes será abandonado pelos seus habitantes.

    Comentário sobre o verso 16

    Segundo a história

    Em 732 AC [Recin foi morto por Tiglate Pileser, o menino Ezequias tinha 8 anos]

    Em 724 AC [Peca, filho de Remalias morreu quando o menino Ezequias tinha 16 anos]

    Se o Jesus é o “Emanuel” do verso 14, então ele teria que ser o mesmo do verso 16

    E como poderia se cumprir o verso 16 em sua vida?

    O “Emanuel” era um sinal apenas para Acaz e para a casa de Davi e não para todo os povos

    O que poderia significar Jesus para Acaz e para a casa de Davi naquela época? Simplesmente nada

    Quais nações foram desamparadas antes de Jesus conhecer o bem e o mal? Nenhuma nação

    Na verdade todos esses detalhes se encaixam perfeitamente na vida de Ezequias, o grande “Emanuel”.


    Segundo a bíblia o trono de David teria sido cancelado na Babilonia

    Muita confusão dos escritores da bíblia, antes dizem que a ascenção ao trono de David teria sido cancelado quando o povo estava na Babilônia, mais tarde alegam ter nascido um Messias da geração de David
    Observe que não surgiu mais nenhum Rei de Judá, ou quem sabe nunca existiu.

    Então como o tal Jesus conseguiria se sentar no trono? Só se ele entrasse pela "janela". Mas não foi o dito cujo que teria dito que aquele que entra pela janela é um salteador?
    Será que ele deu uma de salteador?
    Ou os escritores deste novo testamento não conhecia estes escritos antigos?
    Estão se esquecendo que em torno do ano -840, a filha de Acabe, Rei de Israel, que defendia o culto ao seu Deus que era um outro Baal, mandou matar todos os membros da Casa Real de David, e assumiu o trono?
    Yermiahu (Jeremias) Capítulo 22

    24 Vivo eu, diz Yahweh, ainda que tu Conias, filho de Jeoiaquim, rei de Judá, fosse o anel do selo na minha mão direita, mesmo assim te arrancaria.

    25 Pois entregar-te-ei na mão dos que buscam a tua vida, e na mão daqueles diante de quem tu temes, a saber, na mão de Nabucodonosor, rei de babilônia, e na mão dos caldeus.

    26 E lançar-te-ei, a ti e à tua mãe que te deu à luz, para uma terra estranha, a qual não nasceste, e ali morrereis.
    27 Mas à terra, para a qual desejam com toda a alma voltar, não voltarão.

    28 Pois este homem Conias (Jeconias), um ídolo desprezado e quebrado, um vaso que ninguém se agrada, por qual razão foram arremessados fora, ele e a sua geração, e arrojados para uma terra que não conhecem?

    29 Ó terra, terra, terra, ouve a palavra de teu deus.

    30 Pois assim Ele diz: Escrevei que este homem não prosperará nos seus dias; porque nenhum da sua geração prosperará para se assentar no trono de Davi e reinar em Judá.
    Quando o povo foi libertado do cativeiro babilônico, Jeconias não retornou a Jerusalém.

    Jeconias ficou preso 37 anos, foi solto, se casou e teve um filho chamado Salatiel (ainda na Babilônia), e depois morreu.

    De acordo com a geneologia, Salatiel está incluido na descendência da qual Jesus teria nascido.
    Sendo a descendência de Jeconias amaldiçoada, com a maldição de sangue no sentido que ninguém da sua semente se assentaria no trono para governar Judá, torna impossível o Jesus ser o Messias e rei legítimo.

    Os criadores do novo testamento tentaram enganar o povo ao inventar um Jesus "virtual".




    O Deus EL dos Cannanitas é o Deus bíblico


    O Deus EL dos Cannanitas é o Deus bíblico de Abraão, Isaque e Jacó



    Acredite ou não, a bíblia é pagã, criada por preconceituosos

    Os Hebreus Cananeus que mais tarde se tornaram judeus era um povo politeista

    Principais Deuses Cananeus adorados pelos Judeus:

    EL, Baal, Asherah e Yahweh

    Na bíblia atual todos foram substituidos por Senhor e Deus

    Assim o politeismo usado pelos Judeus fica ocultado

    Na bíblia judáica praticamente somente Yahweh é descrito

    Entretanto os Judeus somente iniciaram a adoração a Yahweh após o século -VI, quando nomes foram trocados.

    Hebreu para Judeu, e EL para Yahweh

    A bíblia foi modificada neste sentido, e o povo fica a ver navios e ainda diz, obrigado

    Quem não se esforçar para entender, fica nas mãos dos enganadores.

    No cristianismo o ensinamento é somente este: Deus, que na verdade é um titulo aonde falta o complemento
    E como os cristãos não analisam, então fica valendo simplesmente, Deus.
    Povo sendo enganado, sempre foi assim, como também nos dias atuais


    Os Hebreus (Judeus) era um povo politeísta, adoravam pelo menos três deuses importantes:
    EL, Deus chefe no panteão Canaanita
    Baal, que seria filho de EL
    Asherah, que seria a esposa de EL

    Acham dificil tais adorações por parte dos hebreus? Então veja:
    EL, continua sendo adorado nestes dias atuais, conhecido como: Deus, Yahu, Yaohu, Jeová, Yahweh, El Shaday..etc
    (Yahweh ja era adorado pelos Judeus, cerca de 2500 anos atrás).

    Baal, o filho de EL Shaday recebeu por nome: Yeshua, Jesus, Yahushua, Yaohushua...etc
    (De acordo com cada seita criada após o século III).

    Asherah, recebeu por nome varias "senhoras" conhecidas no mundo religioso.

    Uma parte do cristianismo não adotou a adoração a Asherah

    Quanto as outras partes apresentadas na bíblia é tudo lenda, citaremos apenas algumas:

    1- Diluvio
    2- Deus EL falando com Moises no monte
    3- Deus EL falando com Jacó
    4- Elias e os profetas de Baal
    5- Elias levado ao céu
    6- Jonas engolido por um peixe e deixado na praia
    7 - Daniel na cova dos leões
    8 - Companheiros de Daniel na fornalha
    9 - Davi mata Golias
    10 - A lenda de Sansão
    11 - A lenda dos profetas (Profetas de quem? poderiam terem sido líder religioso)
    12 - A lenda dos milagres do Jesus e seu nascimento
    13- A lenda dos discípulos do Jesus
    14 - A lenda do apóstolo Paulo

    E muitos mais lendas................

    A lenda de Elias e os profetas de Baal é simples de explicar

    Na verdade era o líder religioso Elias que adorava o Deu EL

    contra os líderes religiosos que adoravam o filho de EL, ou seja Baal

    Porém eram tudo Hebreus, mas os pregadores atuais passam uma falsa informação para o povo

    Aonde ensinam que Elias era servo de um Deus verdadeiro, e os outros eram apenas profetas de Baal

    Agora quanto ao cair fogo do céu, foi escrito para iludir o povo, lembrando que escreveram que tal ato foi em um monte

    Que é uma homengagem ao Deus El, pois tambem é descrito como Deus das montanhas

    Por isso escreveram que Moises se encontrou com EL no monte



    Arqueologia séria

    Importante textos foram decobertos em Ras Shamra

    Ras Shamra é a antiga Ugarit(-1450 -1200)

    Em 1928 foi decoberto na Síria uma tumba em Ras Shamra

    Foi escavada por uma equipe, aonde acharam uma coleção de tabuas.

    Que estavam escritas em uma linguagem muito similar as das escrituras hebraicas.

    ficando claro de fato que o hebraico é na verdade um dialeto da lingua Ugaritica,

    que se não prestar atenção não notará a diferença entre a lingua Canaanita e o hebraico.

    O velho testamento (Torah) foi escrito pelo alfabeto Canaanita,
    que é o alfabeto Fenicio, que tambem é chamado de Hebraico arcaíco biblico,
    que é chamado de alfabeto Paleo-hebraico, lido da direita para a esquerda.

    Deuses da religião Canaanita, e entres esses deuses estão incluidos:

    O deus dos ceus chamado EL, é o pai de outros varios deuses e teria criado os humanos, juntamente com sua esposa Asherah.

    [Portanto a lenda escrita em gênesis" Façamos" o homem nossa imagem, se refere ao deus El e a deusa Asherah]

    Asherah é a terceira na lista com seu papel de deusa mãe, sua filha Anat é a deusa do amor e da guerra.

    Seu filho Baal, é o deus dos raios e trovôes Baal, cujo nome significa "senhor", um eufemismo para o nome real de Baal Hadad, que apenas sacerdotes podiam pronunciar.

    Em textos ugaríticos, Baal também é conhecido como rei do céu e o primogênito de El (Também chamado como Beliel).

    Baal é retratado atraves da literatura mitologica por defender o caotico deus do mar Yam, e o deus da morte Mot

    Yam ou Yaw (Jaô) é o nome do deus levantino do caos e do mar indomado, segundo está escrito em textos da antiga cidade de Ugarit, atual Síria.

    A semelhançã é indêntica entre o Deus biblico e o Deus Canaanita, EL

    EL é o comandante de um concilio de deuses

    EL tem uma barba longa e avermelhada e mora em uma cabana no alto de uma montanha

    Entre seus epítetos estão incluidos Pai de todas a criaturas.

    Ele tambem é descrito como o Touro, o Rei

    Tambem é descrito como sendo o protetor dos patriarcas e dos que se dizem patriarcas

    O Deus Pai de todo um clã como descrito nos textos.

    Ele os guia, ele os protege, e prometeu da-lhes descendentes

    Em muitas passagemn biblicas o deus descrito é exatamente igual como um comandante do concilio de seres divinos

    O Deus biblico muitas vezes é descrito com atributos que são do deus El referido como sendo o pai de todas as criaturas, também um Rei

    tambem existe algumas poleticas passagens onde ele é referido como sendo um touro, tambem existe algumas que ele é um rei

    Em seu contato mais proximo com patriarcas refere-se a eles como o Deus pai

    "Eu sou o deus pai" da mesma forma El se refere

    Ele guia e ele protege os patriarcas ele prometeu a eles futuros progenitores da semente de Abraão

    Ele tambem é associado ao alto das montanas do sinai

    Ele deu instrução de como construir um tabernaculo (uma especie de cabana que faziam para morar)

    Alguns nomes e lugares na fisolofia patriarcal e profetas são composto com uma parte de seus elementos sendo El

    yisraEl - yihmaEL - daniEL - ezequiEL...etc

    Em Gênesis o deus bíblico é chamado de El Shaday seis vezes

    e outros nomes como:

    Deus da Aliança (EL BRIT)
    Deus vivo (EL CHAI)
    Deus Altíssimo (EL ELYON)
    Deus de Força (EL GIBBOR)
    Deus Misericordioso (EL RACHMAN)
    O Deus que tudo vê (EL ROI)
    Deus Minha Rocha (EL SALI)
    DeusTodo Poderoso (EL SHADDAI)
    Deus eterno (El Olam)

    Existe varias traduções dos nomes dados ao EL que é indêntico ao deus bíblico:

    Deus eterno (El Olam)

    Salmo 90:2

    "Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus."

    O Religioso Jeremias, 10:10

    Yahweh é o verdadeiro Elohim, o eterno Elohim, o eterno Rei

    I Timóteo 1:17 (Trecho de um religioso se passando por Paulo)

    Portanto, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, sejam honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!


    Deus que tudo vê (EL Roi)


    Gênesis 16:13

    E ela chamou o nome de EL que com ela falava: Tu és Deus que me vê; porque disse: Não olhei eu também para aquele que me vê?

    Deus Altíssimo (EL Elyon)

    Que a bênção do Deus Altíssimo, criador dos céus e da terra, seja sobre você, e bendito seja porque entregou os seus inimigos em suas mãos.” Gn 14.19-20 Deixe-os saber que só você, cujo nome é EL, é o Altíssimo em toda a Terra. Salmo 83-18

    Deus dos templos

    12 EL apareceu a Shlomo à noite e disse-lhe: "Ouvi sua oração e Eu escolhi este lugar para mim como uma casa de sacrifício.

    15 Agora meus olhos estarão abertos e meus ouvidos prestarão atenção ao oração feita neste lugar.

    16 Por enquanto, escolhi e dedico esta casa como santa, para que meu nome possa estar lá para sempre, e meus olhos e meu coração estarão sempre lá.

    II Crônicas 7:12-15-16

    Farsas e mentiras de II Crônicas 14




    *** Neste trecho de II Cronicas, a adoração é destinada a EL ***

    1- Yah dormiu com seus pais, e eles o enterraram na cidade de David. Então Asa seu filho era rei em seu lugar, durante seu tempo a terra ficou quieta por dez anos

    2 Asa fez o que era reto dinte dos olhos de EL, seu Deus.

    Comentário


    O que seria certo ou errado para o ídolo Cananeu EL? Na verdade prevalecia a adoração do governante, no caso, Asa.

    3 Removeu os altares de deuses estranhos e altares idólatras que havia no monte, destruiu os pilares de pedra e cortou os postes sagrados de Asherah.

    Comentário

    Estão simplesmente enganando o povo, pois tanto EL como Asherah eram farinha do mesmo saco.

    Na verdade Asa adorava o Deus EL, e seu antecessor a deusa Asherah, ambos deuses Cananeus.

    Estas adorações eram normais entre os Judeus por ser um povo politeista.
    4 Ele ordenou a Yahudah que buscasse EL, o Elohim de seus pais, e a obedecer a Torá e as mitzvot.

    Comentário


    Nesta "guerra" religiosa, Asa não permitiu que o povo adorasse a outro senão a EL, quanto a Torá e Mitzvot, não eram nomes conhecidos na época.


    5 Removido os lugares altos e os alteradores e ídolos de todos os cidades de Yahudah, e debaixo dele o reino ficou quieto.

    Comentário


    Aqui querem nos dizer que a causa da guerra era Asherah.


    6 porque a Terra estava calma, ele Ele não teve uma guerra contra esses anos, uma vez que EL lhe deu descanso, ele construiu cidades fortificado em Yahudah.

    Comentário


    Aqui querem nos dizer que a causa da paz era EL, mas na verdade a idolatria continuava.


    7 "Vamos construir essas cidades", disse ele a Yahudah; "nós a cercaremos com muros, torres, portas e barras. A terra está a nossa disposição, porque temos procurado EL nosso Elohim; Nós o buscamos, e Ele nos deu a paz de todos os lados ". Então eles construíram e prosperaram.

    Comentário


    A paz sendo atribuida ao ídolo EL, assim como nestes dias atuais, "vitórias" são atribuidas ao ídolo Jesus Cristo

    8 Asa tinha um exército de 300 mil homens de Yahudah, equipado com escudos e lanças, e outros 280 mil de Binyamin, com escudos e arcos; eles eram todos Homens valentes e fortes.

    9 Zeraj o Kushi [etíope] saiu para atacá-los com um exército de um milhão e trezentas carruagens.

    10 Quando chegou a Mareshah, Asa partiu para lutar contra ele, e as forças foram Deslocadas para a batalha no Vale Tzafat em Mareshah.

    11 Asa gritou para EL seu Elohim: "EL, não há ninguém além de você, pode ajudar o fraco contra o forte, que pode nos ajudar. EL nosso Elohim, porque estamos contando com você, estamos indo contra este imenso exército.

    Comentário


    O número dos guerreiros Etíope contra o número dos Judeus, e ainda perder a batalha nos soa com mais uma das mentiras bíblicas David e Golias.
    A batalha pode ter acontecido e Asa pode até ter vencido, mas do jeito que é contado não dá pra acreditar, e ainda por cima creditam a vitoria ao deus Cananeu EL
    12 Então EL atingiu o Kushim na frente de Asa e Yehudah e os Kushim fugiram.

    Comentário


    Acredite que quiser, mas um Deus Cananeu atingir humanos? Esta é dose
    13 Asa e seu exército os perseguiram até Gerar, e Kushim foi derrotado sem poder se recuperar, foram esmagados na presença de EL

    14 Então eles atacaram todas as cidades da vizinhança de Gerar, porque um pânico de EL os tinha abatido, saquearam todos cidades, porque estavam cheias de desposos.

    15 Eles também os acampamentos de gado e eles levaram ovelhas e camelos em abundância, então eles voltaram para Yerushalayim.

    Comentário


    Que culpa tinha a vizinhança e as cidades indefesas para serem atacadas e roubadas pelos assassinos Judeus?

    E tudo isto em nome de um ídolo Cananeu?

    Na verdade este judeus Cananeus sempre foram Assassinos, sempre mataram e sacrificavam em nome de seu deus Cananeu


    Quando os Judeus sairam da Babilonia a adoração se concentrram em Yahweh, isto até o ano 70.

    Entretanto alguns ainda adorava a outro deus, conforme relata o livro de Macabeus

    Templo de Zorobabel, praticamente uma cópia do templo de Salomão

    Um templo relativamente baixo, cerca de tres metros de altura.





    Comentários




    O protestantismo apoiando o nazismo

    Inauguração do Terceiro Reiche



    Hitter em uma cerimônia religiosa



    Votação católica e protestante



    Tudo começou quando Lutero escreveu um diabólico panfleto chamado: “CONTRA OS JUDEUS E SUAS MENTIRAS”, obra esta, reproduzida na ’História do Anti-semitismo’, de Leon Poliakov. Assim dizia Lutero contra os judeus:

    “Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares.

    Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (‘Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).

    ”Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade … são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” (‘About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290).

    “Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal, os judeus.”

    Martim Lutero: sobre os judeus e suas mentiras, reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.)

    Comenta o renomado historiador Michael H. Hart: “Embora se rebelasse contra a autoridade religiosa, poderia ser extremamente intolerante com quem dele discordasse em assuntos religiosos. Possivelmente foi devido em parte à sua intolerância o fato de as guerras religiosas terem sido mais ferozes e sangrentas na Alemanha do que, digamos, na Inglaterra.

    Além disso Lutero era feroz anti-semita, tendo talvez, a extraordinária virulência de seus escritos sobre os judeus preparado o caminho para o advento de Hitler na Alemanha do século XX”. (Hart, Michael H, pág 174). O próprio Hitler considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, “o Grande”, e Richard Wagner. (Adolf Hitler: Mein Kampf, p. 213).

    Em seu livro Why the Jews? [Por Que os Judeus?], Dennis Prager e Joseph Telushkin escrevem: “[...] os escritos posteriores de Lutero, atacando os judeus, eram tão virulentos que os nazistas os citavam freqüentemente. De fato, Julius Streicher (nazista), argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes”. (Dennis Prager e Joseph Telushkin: Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)

    “Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.” (Prager e Telushkin, p. 107). Enquanto os evangélicos de hoje acusa levianamente a Igreja Católica de “omissa”, no passado ele evoluiram o nazismo que causou a morte de uma multidão de judeus.

    Desde 1980, alguns órgãos da Igreja Luterana formalmente denunciaram e dissociaram-se dos escritos de Lutero sobre os judeus. Em novembro de 1998, no 60º aniversário de Kristallnacht, a Igreja Luterana da Baviera emitiu a seguinte afirmação: "É imperativo para a Igreja Luterana, que sabe que é endividada ao trabalho e a tradição de Martinho Lutero, de levar a sério também as suas declarações anti-judaicas, reconhece a sua função teológica, e reflete nas suas conseqüências. Temos que nos distanciar de cada [expressão de] antissemitismo na teologia Luterana".


    Reportagem de Andrea Galli, publicada no jornal Avvenire, dos bispos italianos, 19-02-2014.


    Professor Linck, de onde nasceu essa vontade de transparência histórica?

    Em 1998, quando o Sínodo da Igreja Evangélica da Alemanha do Norte publicou uma declaração-esclarecimento no 50º aniversário da Noite dos Cristais, se queria saber também quais procedimentos antijudaicos foram emitidos pelas Igrejas de Lübeck, Eutin, Schleswig-Holstein e Hamburgo.
    Não havia uma resposta certa, por isso foi preciso comissionar uma pesquisa. Diante desse vazio de conhecimento, muitos ficaram estupefatos, e se decidiu, portanto, realizar também uma mostra que, entre 2001 e 2007, foi organizada em vários lugares e levou a uma profunda discussão, fazendo conhecer a cumplicidade da Igreja Evangélica na perseguição aos judeus. Portanto, se queria saber como a Igreja Evangélica mudou depois do nazismo e como foi possível que, ao longo das décadas, o tema nunca foi abordado criticamente; por isso, decidiu-se iniciar um projeto de pesquisa.

    A ideologia nazista estava imbuída de neopaganismo: como foi possível manter juntos o Evangelho e a mitologia ariana?

    No início do regime, o apoio protestante a Hitler era enorme, porque ele havia removido a República, que era vista como uma entidade irreligiosa. Os nazistas propagandeavam um “cristianismo positivo”, voltado negativamente apenas contra os judeus, e isso encontrou o favor dos luteranos. O elemento neopagão foi rejeitado pela maioria dos fiéis.

    Os escritos de Lutero contra os judeus têm um papel na “sintonia” com o antissemitismo nazista?

    As profundas raízes do antissemitismo da Igreja Evangélica afundavam no nacionalismo alemão; no entanto, sim, muitos protestantes se referiam aos escritos de Lutero contra os judeus para demonstrar que eles eram os antissemitas “originais”: no fundo, Lutero já havia incitado a perseguir os judeus e a incendiar as sinagogas.

    Os nazistas gozaram do favor dos protestantes mais ao norte do que no resto da Alemanha?

    Antes de 1933, o Partido Nacional-Socialista gozava de grande favor junto ao eleitorado protestante em geral. Ao contrário dos católicos, os protestantes, durante a República de Weimar, não tinham um partido confessional de referência. Foram os luteranos em particular que rejeitaram a República, porque isso havia levado à renúncia do Kaiser e rei da Prússia, que era visto como a autoridade luterana. Uma curiosidade: a Lutherkircke (Igreja Luterana) de Lübeck foi construída de frente para o norte.

    Quanto a ideologia nazista influenciou a arquitetura sacra?

    A arquitetura das Igrejas foi decidida pelas comunidades individuais e não houve um projeto comum. Na Lutherkirche de Lübeck, reinavam os pertencentes à Aliança para a Igreja Alemã ["Bund für deutsche Kirche", uma pequena minoria da Igreja Evangélica. Eles rejeitavam o Antigo Testamento, judeu demais, e identificavam o Deus pai da Bíblia com o nórdico "Pai de todos", "Allvater", apelido de Odin. Por isso, era preciso orar para o norte e não para o leste, isto é, em direção a Jerusalém. Outra igreja dedicada a Lutero em Hamburgo, no distrito de Wellingsbüttel, foi construída de frente para o norte.

    A Aliança com a Igreja Alemã foi fundada em 1919, mas teve grande influência somente durante a hegemonia nazista. O expoente mais fervoroso dos chamados “cristãos alemães” no Schleswig-Holstein, Propst Ernst Szymanowski, tornou-se tão extremista a ponto de sair da Igreja e se tornar um oficial das SS. À frente de um “Einsatzkommando”, ele foi responsável pela morte de milhares de russos e foi condenado no julgamento de Nüremberg.

    Quais foram as omissões da Igreja Evangélica que, no seu estudo, mais chamaram a sua atenção?

    Depois de 1945, a grande maioria dos luteranos não se confrontou com o seu próprio pró-nazismo. Eram criticadas, ao invés, as “forças de ocupação” e a “justiça dos vencedores”. Na Alemanha destruída, à qual afluíram milhões de refugiados dos territórios perdidos ao leste, não se queria admitir que essa condição havia sido causada pelos próprios alemães, que, além disso, haviam infligido sofrimentos piores às outras populações.

    Na Igreja luterana, o sentimento coletivo dos fiéis teve um maior peso com relação à necessidade de julgar o próprio passado. É triste o quão tarde começou uma análise crítica. E é amargo constatar como as pesquisas sobre a história da Igreja em âmbito universitário também se ocuparam muito pouco das responsabilidades da Igreja Evangélica durante o nazismo. Isso ficou muito claro para mim quando eu falei com protestantes de origem judaica: eles esperaram por décadas uma desculpa da Igreja.

    Fonte: http://tele-fe.com/portal/noticias/luteranos-o-mea-culpa-sobre-hitler-entrevista-com-stephan-linck
    Igreja Protestante Nazista Vive Dilema Histórico - Igreja Memorial Martinho Lutero

    ALEMANHA - O Terceiro Reich caiu em 1945, mas quem entra na Igreja Memorial Martinho Lutero pode achar que voltou no tempo. É o último templo nazista da Alemanha, tem seu interior decorado com símbolos de exaltação a Adolf Hitler e à supremacia ariana. Até 2005, ainda era usado para cultos protestantes, mas foi fechado depois que um pedaço da fachada desabou. Desde então, a Paróquia luterana de Tempelhof está mobilizada para arrecadar fundos para a reforma de toda a estrutura.

    Para Isolde Bohm, decana da paróquia, este é um esforço que vale a pena:

    O prédio vai continuar servindo de alerta às futuras gerações, uma forma de lembrar como a sociedade e a Igreja Protestante se alinharam com os nazistas nos anos 30. Na Martinho Lutero, símbolos sacros misturam-se aos políticos, um sinal claro do quanto o Movimento Cristão Alemão (DC, sigla em alemão= Deutsche Christen) foi poderoso no regime de Hitler.

    Ao historiador Stephan Linck, que investigou a culpa admitida pelos luteranos em relação a Hitler, foi perguntado se os escritos de Lutero contra os judeus tiveram um papel na “sintonia” com o antissemitismo nazista. – Respondeu o historiador – as profundas raízes do antissemitismo da Igreja Evangélica afundavam no nacionalismo alemão; no entanto, sim, muitos protestantes se referiam aos escritos de Lutero contra os judeus para demonstrar que eles eram os ANTISSEMITAS ORIGINAIS: no fundo, Lutero já havia incitado a perseguir os judeus e a incendiar as sinagogas.

    Os escritores Dennis Prager e Joseph Telushkin revelam:

    Escritos posteriores de Lutero, atacando os judeus, eram tão virulentos que os nazistas os citavam freqüentemente.
    Julius Streicher (nazista), argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes”. (Dennis Prager e Joseph Telushkin: Why the Jews? The reason for anti-Semitism([Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo) (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)

    Em agosto de 1932, a Igreja católica excomungou todos os dirigentes do Partido Nazista. Entre os princípios anticristãos denunciados como hereges, a Igreja mencionava explicitamente as teorias raciais e o racismo.

    Também em agosto de 1932, a Conferência Episcopal Católica Alemã publicou um documento detalhado em que se davam instruções de como se relacionar com o Partido Nazista. No documento, publicado pela Conferência Episcopal Alemã, está escrito que era absolutamente proibido aos católicos ser membros do Partido Nacional-Socialista. Quem desobedecesse seria imediatamente excomungado.

    Em 14 de julho de 1933, o governo de Hitler aprova uma nova Carta para a Igreja Protestante. Com a intervenção maciça do NSDAP (partido nazista), as eleições nas igrejas protestantes agendadas apenas em curto período de tempo mais tarde resultam em uma retumbante vitória para os “cristãos alemães” (leia-se protestantes nazistas). Hitler apela a todos os cristãos protestantes, em um discurso de rádio na véspera da eleição para votar a favor dos “cristãos alemães”, com seu slogan: ”Igreja deve continuar a ser da Igreja.”

    Na união das Igrejas protestantes com o Estado nazista, os “cristãos alemães” desejavam alcançar absoluta conformidade organizacional e ideológica entre as Igreja Protestantes e o Estado Nacional Socialista. Após seu sucesso triunfal nas eleições das Igrejas protestantes, em Julho de 1933 e a eleição do luterano Ludwig Muller para o cargo de Bispo do Reich, eles sentiram que tinham atingido o auge de seu poder sobre a política da igreja no Outono (europeu) de 1933.

    Na reunião dos protestantes alemães uma faixa continha os dizeres: “Os cristãos alemães leem o Evangelho no III Reich.”
    O Bispo luterano de Dresden, Friedrich Coch, um dos principais líderes dos “Deutsche Christen” na Saxônia. Era consultor do NSDAP (partido nazista) para assuntos da Igreja desde 1932, foi eleito para o cargo de Bispo do estado no ” Sínodo Marrom “, em Agosto de 1933.

    Foto da época – Catedral Evangélica Luterana Landeskirche, em Brunswick



    A figura de Jesus talhada em madeira no púlpito, tem feições arianas, no rosto, não há expressão de sofrimento, mas de vitória.



    O Púlpito, mostra Jesus, um soldado nazista e uma família ariana, numa representação do Sermão da Montanha. Em vez dos apóstolos, quem acompanha Jesus são homens do temido esquadrão de defesa Schutzstaffel (SS)



    Em outros símbolos, na pia batismal com Jesus, um soldado, ladeado, por 2 querunbins, a porta é guardada por um soldado da tropa de assalto SA. (Sturmabeitlung), soldados com o tradicional capacete da milícia presentes em todas as paredes do templo.

    Os membros da DC queriam uma forma de cristandade que fosse explicitamente anti-judaica e se adequasse à necessidade de uma nação ``masculina``, poderosa - explica a historiadora Doris Bergen, especializada em nazismo, - Muitos deles tinham dinheiro e posições de poder no governo, em universidades, financiavam a decoração da igreja, a publicação de livros e outras maneiras de divulgar suas idéias.

    Sobre a mesa, Friedrich Wieneke, pastor protestante dos "Cristãos Alemães", em Soldin, falando à Liga de Luta Estudantil dos "cristãos alemães" (nazistas) no verão de Julho de 1933. Frase célebre do pastor Friedrich Wieneke : "A paz só virá quando o último judeu se enforcar no último intestino do último vigário".
    Nas palavras do pastor Wieneke, além dos judeus, a Igreja Católica também era uma coisa a ser varrida da Alemanha. Fonte: Report from Wieneke, “attacks on Pastors”, dated 9,1941 – (BA Koblens R 43 11/478ª, fiche 1, document 19).



    Dennis Prager e Joseph Telushkin afirmam: “Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.” ( p. 107).

    A suástica, usado por Hitler como símbolo do Terceiro Reich, apareciam em todas as partes da Igreja Memorial Martinho Lutero, mas foram apagadas após o final da Segunda Guerra, quando o uso tornou-se proibido na Alemanha.



    No dia 21 de março de 1933, na cidade de Potsdam-Alemanha, teve lugar a inauguração simbólica do III Reich dentro de duas igrejas protestantes.
    A primeira cerimônia começou na luterana Igreja de São Nicolau, e marchou em procissão com Hitler, Goebbles e partidários nazistas até a calvinista Igreja de Garrison, onde outra cerimônia deu início ao terrível Terceiro Reich.

    Fontes: Diário de Goebbels; Guerreiros de Hitler, Guido Knopp, pág 27. e https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Garnisonkirche_Potsdam



    Em 15 de novembro de 1933, mais de 1000 diaconisas luteranas e monjas se reuniram sob a suástica com o pastor protestante Johann Heinrich. O Bispo do Reich Ludwig Müller, em seu discurso, disse: "deixe-me comparar nossas irmãs com o AS." (o grupo paramilitar nazista). (Pode ser coincidência, mas a disposição das mesas da reunião, tinha uma semelhança com uma suástica gigante.

    Muitos confundem as cerimônias religiosas de Hitler como tendo sido feitas em igrejas católicas devido a semelhança das indumentárias dos sacerdotes católicos copiadas pelos luteranos, isso não procede. Todas as cerimônias religiosas realizadas ou frequentadas por Hitler foram em igrejas protestantes luteranas. Foi na igreja luterana que ele casou Goering, batizou a filha de Goering, casou Goebbels e costumava fazer visitas e ser bem acolhido.

    Hitler não simpatizava com a Igreja católica, e a tinha como inimiga de seus planos. Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XII, na posição de núncio apostólico da Baviera, entre 1917 e 1929, fez 44 discursos dos quais 40 denunciavam alguns aspectos da ideologia nazista emergente. Em carta endereçada ao bispo de Colônia, em 1935, chama os nazistas de “falsos profetas, orgulhosos como Lúcifer.”

    Sua primeira encíclica como papa Pio XII, de 1939, ganhou manchete na primeira página no New York Times com o título: “Papa condena ditadores, os que violam os tratados e o racismo”. Aviões aliados lançaram milhares de cópias da encíclica em território alemão para despertar o sentimento antinazista. (Revista Isto É, N° 2144, de 10 Dez de 2010)

    Este era o sonho de Hitler, sempre desejoso da benção de Lutero:

    "Eu insisto na certeza de que, mais cedo ou mais tarde — uma vez que nós assumirmos o poder — o Cristianismo será superado e a igreja alemã estará sem um Papa e sem a Bíblia. E LUTERO, se ele pudesse estar conosco, NOS DARIA A SUA BÊNÇÃO." (Adolf Hitler, por N.H. Baynes, Hitler's Speeches, Oxford, 1942, página 369).

    A Igreja Protestante representava 30% dos fiéis no início dos anos 30 e a medida que crescia rapidamente terminou por eleger Hitler em 1934.

    A decana revela ainda que era ``muito difícil`` fazer sermões na Martinho Lutero, ``porque as palavras ecoam nos símbolos à volta``. - É penoso falar sobre dignidade humana quando o entorno evoca um sistema que não tinha o menor respeito pela vida alheia, especialmente a dos judeus. Às vezes, tenho a sensação de que os símbolos acabam tendo mais poder do que as palavras.

    É nestas horas que Isolde teme que, se reaberta, a igreja possa se tornar um lugar de peregrinação para os neonazistas. Doris acredita que esta possibilidade é remota.

    - Eles não são ligados à religião como eram os alemães depois da Primeira Guerra - afirma. - Num primeiro momento, houve uma crise de fé, por causa de tantas mortes sem sentido. A tática da Igreja, então, foi alinhar-se com o movimento fascista, que era popular na sociedade.

    O plano final é que a Martinho Lutero seja declarada patrimônio histórico da Alemanha e passe a receber fundos federais para manutenção. Mesmo que consiga ser reformado, o templo não voltará a abrigar serviços religiosos regulares. A nave é grande demais para o tamanho da comunidade protestante.

    Mas os párocos pretendem abrir a igreja para ``cerimônias especiais``, como cultos em 27 de janeiro, dia da liberação do campo de concentração de Auschwitz, em 1945. Outra data que será lembrada é 9 de novembro, quando ocorreu em 1938 a onda de ataques contra propriedades de judeus na Alemanha, conhecida como ``A Noite dos Cristais``.


    Fontes: Jornal do Brasil 26/03/2006; BA Koblens R 43 11/478ª); Instituto Umanitas Unisinos N. Micklem, O Nacional socialismo e a Cristandade, Lisboa, 1940; Stephen H. Roberts, The House That Hitler Built, Nova Iorque, Harper & Brothers, 1938; Prager e Telushkin, p. 171; Revista Isto É, N° 2144, de 10 Dez de 2010; N.H. Baynes, Hitler's Speeches, Oxford, 1942.

    Outras fontes:

    http://www.adventistas.com/2014/09/05/arquivo-adventistas-com-igreja-adventista-apoiou-hitler-durante-a-2a-guerra-mundial

    Já provamos que a liderança da IASD não merece confiança porque apoiou Hitler, usou nossos jovens como cobaias no Projeto Whitecoat e participou de crime contra a humanidade no genocídio de Ruanda.

    Provamos também a não-obrigatoriedade atual do sistema de dízimos e que a IASD promove a idolatria na sede da Associação Geral, defende uma cosmovisão não-bíblica de Terra esférica, além disso adora três deuses aos quais chama de Trindade e distorce o ensino bíblico sobre os nefilins e impede a compreensão do papel dos falsos "alienígenas" nos eventos finais.

    Além disso, associou-se recentemente ao Estado para perseguir adventistas leigos em Angola.

    Igreja Adventista apoiou Hitler durante a 2ª Guerra Mundial


    Apoio a Hitler: A Igreja Adventista em Péssima Companhia! — “A doutrina da reforma da saúde levou os Adventistas do Sétimo dia da Alemanha a endossar o… www.adventistas.com/outubro/art1710993.htm

    Os Adventistas na Alemanha Nazista

    Já em 1928, antes de que Hitler chegasse ao poder, os adventistas estavam pedindo um Führer forte. Artigo após artigo tratava desse ideal do Führer em … www.adventistas.com/janeiro2003/iasd_hitler_traducao.htm

    Mistério dos Nefilins: Vídeos mostram como Hitler tentou restabeler o reino dos anjos caídos na Terra — 29 ago. 2013 … Hitler proclamou que: “a humanidade sobe um degrau a cada 700 anos, e o … Num dos primeiros discursos de Hitler neste partido, estava …

    http://www.adventistas.com/2013/08/29/misterio-dos-nefilins-videos-mostram-como-hitler-tentou-restabelecer-o-reino-dos-anjos-caidos-na-terra

    Documentos Comprovam Apoio da IASD a Hitler Durante a 2ª Guerra Mundial — Quando Hitler chegou ao poder em 1933, ordenou um rearmamento em larga escala e passou a executar seus planos de conquista. A doutrina nazista exigia …

    www.adventistas.com/janeiro2003/hitler_iasd.htm

    IASD: 100% a Favor de Hitler! — ESTRATAGEMA. Com uma luz tão gloriosa derramada em seu caminho, o Movimento da Reforma, que permaneceu firme aos …

    www.adventistas.com/janeiro2003/hitler_licao14.htm

    IASD Confessa Apoio a Hitler na Alemanha Nazista — A Igreja Silenciosa, os Direitos Humanos, e a Ética Social Adventista. Zdravko Plantak.

    Os Adventistas na Alemanha. Os Adventistas alemães parecem não …

    www.adventistas.com/marco2001/iasd_hitler.htm

    O Que Aconteceu com os Adventistas que Disseram NÃO a Hitler – 1 — Para nossa vergonha como adventistas do sétimo-dia, apenas os irmãos do Movimento …

    www.adventistas.com/janeiro2003/hitler_reforma.htm

    O Que Aconteceu com os Adventistas que Disseram NÃO a Hitler – 2 — Irmã “fraca na fé” delata missionários disfarçados. Gheorghe Panaitescu.

    O irmão Panaitescu trabalhava na Alemanha quando Hitler subiu ao poder em 1933.

    www.adventistas.com/janeiro2003/hitler_reforma2.htm

    O Que Aconteceu com os Adventistas que Disseram NÃO a Hitler – 3 — Condenado à morte por recusar-se a lutar na guerra. Anton Brugger. Informação obtida de …

    www.adventistas.com/janeiro2003/hitler_reforma3.htm

    FINALMENTE! Igreja Adventista Pede Perdão Por Apoiar o Nazismo — 25 ago. 2005 … Apoio a Hitler: A Igreja Adventista em Péssima Companhia! … O Que Aconteceu com os Adventistas que Disseram NÃO a Hitler – 1.

    www.adventistas.com/agosto2005/iasd_nazista.htm

    Clipping: Vaticano e nazistas teriam feito pacto de não-agressão “Enquanto Hitler não declara guerra à Santa Sé e as hierarquias católicas alemãs, não devemos condenar o partido e Hitler”, estaria escrito um dos …

    www.adventistas.com/abril2003/vaticano_hitler_iasd.htm

    Jesuítas: Os Assassinos do Vaticano — Usaram a NKVD de Stalin e a SS de Hitler para liquidar os Judeus e os Protestantes, na Rússia, durante a II “Guerra dos Trinta Anos”, isto é, a I e II Guerras …

    www.adventistas.com/janeiro2003/jesuitas_ordem.htm



    O protestantismo no Brasil e seus atos



    Os protestantes holandeses
    chegaram ao Brasil matando e saqueando

    De acordo com relatos da própria revista protestante Eclésia, edição especial de Abril de 2000, como foi danosa a chegada do protestantismo ao Brasil. Os que redigiram o artigo, cegos pela carnificina, intolerância, vandalismo e destruição que promoveram para implantar o protestantismo, apenas festejavam o fato de terem vindo a este país edificar em solo alheio, bem depois da chegada do catolicismo.
    A revista foi publicada no ano 2000 e eles estamparam vagamente na capa um “500 anos” seguido da frase: “A presença evangélica na história do Brasil”. Ora quem estava completando 500 anos, no ano 2000 foi o Brasil e não o protestantismo no Brasil. O protestantismo sequer tinha 500 anos no ano 2000. Quando o Brasil foi descoberto pelos portugueses no ano 1500, faltavam quase duas décadas para inventarem o protestantismo na Alemanha.
    Após fundarem o protestantismo na Alemanha em 1517, essa ideologia travestida de ares religiosos incorporou o desejo de muitos burgueses em apoderar-se do patrimônio da Igreja Católica, em toda Europa isso foi posto em prática da pior forma possível. É evidente que o protestantismo não buscava a evangelização de ninguém mas edificar onde a Igreja Católica já tinha pregado e apoderar-se de seu legado patrimonial e religioso, inclusive proibindo o culto católico.
    Quase duas décadas antes do protestantismo existir no mundo, os católicos chegaram pacificamente ao Brasil em três simples caravelas. Foram festejados pelos nativos e em 26 de abril de 1500, foi celebrada a primeira missa pelo Padre Henrique de Coimbra junto com o Padre iniciante Marcos de Oliveira Ferreira, fato este descrito por Pero Vaz de Caminha na carta que enviou ao rei de Portugal, D. Manuel I.
    O protestantismo só viria a ser fundado na Alemanha a partir de 1517. Primeiro tratou de se apoderar, sob sangue derramado, dos bens patrimoniais da Igreja Católica na Alemanha e depois em muitos outros países da Europa.

    Calvinistas massacrando os jesuítas

    Em 1570, foram enviados ao Brasil para evangelizar os índios o Padre Inácio de Azevedo e mais 40 jesuítas. Vinham a bordo da nau São Tiago quando em alto mar os interceptou o calvinista Jacques Sourie. Como prova de seu "evangélico" zelo mandou degolar friamente todos os padres e irmãos e jogar os corpos aos tubarões. (Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pág. 224, 1978).
    Segundo a revista protestante Eclésia:

    “Manhã de 15 de fevereiro de 1630, no horizonte da capitania de Pernambuco surge, segundo documentos da época, "a maior armada que já cruzou o equinocial, de seus barcos os holandeses avistam a beleza das praias do Recife, um pacato povoado na periferia de Olinda, cidade importante da colônia." "Desde alguns anos estavam de olho naquele ponto da costa brasileira.
    A região parecia promissora para seu objetivo de implantar uma "Nova Holanda" nos trópicos - muita água, riquezas naturais, clima e regime dos ventos favoráveis, e um litoral com bons pontos de desembarque e uma grande área protegida pelos arrecifes para fundear os navios. Os forasteiros que se aproximavam não eram meros aventureiros ou corsários, eles vinham mesmo para ficar e colonizar aquela terra à sua maneira e fazê-la virar protestante a força”.
    “Não era a primeira vez que conquistadores holandeses lançavam-se sobre o Brasil. Em 1624, invadiram Salvador, onde inclusive realizaram um culto reformado no dia 11 de maio daquele ano dirigido pelo reverendo Enoch Sterthenius.” Veja então como foi realizado o culto protestante no Brasil: 1624, as igrejas católicas na Bahia foram depredadas e transformadas em depósitos, celeiros, adegas ou paióis e a Sé foi destinada ao culto anglicano.
    A revista iglésia confessa que os protestantes eram “invasores”

    “No ano seguinte, os invasores foram rechaçados por forças espanholas, portuguesas e brasileiras, com auxílio dos índios potiguares. Mas eles não desistiram, logo organizariam uma esquadra nova e poderosa: 56 navios, 1,1 mil canhões, 3,8 mil tripulantes e 3,5 mil soldados.” “A conquista de Olinda e Recife consumiu poucos dias, mas o resto da capitania ofereceu resistência feroz, comandada por Matias de Albuquerque e Felipe Camarão. Depois de cinco anos de uma luta encarniçada com requintes de guerrilha na selva, toda Pernambuco passou ao controle holandês. Vencida a resistência inicial, a ocupação deslanchou por todo o Nordeste.”
    André Cunha retratou o ataque dos incendiários protestantes à Olinda

    Em Olinda, no ano 1631, os invasores protestantes destruíram e queimaram as igrejas católicas. A única igreja que ficou intacta foi a de São João Batista dos Militares, que servia de quartel general às tropas invasoras. “Em pouco tempo, as igrejas católicas foram transformadas em abrigos de soldados. Os utensílios do culto romano, como imagens, altares e paramentos sacerdotais, destruídos.”
    De acordo com a revista, a narrativa da invasão protestante

    “Os invasores chegaram a dominar 1,2 mil quilômetros da costa, incluindo os atuais territórios da Bahia, Sergipe, Alagoas e toda a faixa de terra até o Maranhão.
    "Morto está o Brasil", sentenciou o padre jesuíta Antônio Vieira, um dos maiores cronistas do período colonial", estava criada a Nova Holanda.
    Matança em plena missa

    Em 16 de julho de 1645, o Padre André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por mais de 200 soldados holandeses e índios potiguares persuadidos pelos holandeses. Os fiéis participavam da missa dominical, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú, no município de Canguaretama, localizado na Zona Agreste do Rio Grande do Norte. Por seguirem a religião católica, pagaram com a própria vida o preço pela crença, por causa da intolerância calvinista dos invasores.
    “A estabilidade da Nova Holanda ao menos temporariamente estava garantida, antes disto em 1637, um novo responsável pelas possessões holandesas no Brasil chegara ao Recife, seu nome, Johann Mauritius von Nassau-Siegen, ou simplesmente Maurício de Nassau, um calvinista praticante.”
    Nassau era um protestante alemão a serviço dos invasores holandeses.
    Maurício de Nassau, foi intolerante ao catolicismo, as procissões católicas foram proibidas, os dias santos foram declarados nulos, sendo reconhecidos apenas a Páscoa e o Natal como feriados. As missas só podiam ser celebradas dentro de algumas casas, já que as igrejas haviam sido ocupadas pelos reformados, a procissão de São João foi proibida pelos invasores holandeses.
    Maurício de Nassau foi um dos maiores traficantes de escravos da África para o Brasil

    Em 25 de junho de 1637, devido a falta de escravos para os engenhos de cana de açúcar fugidos por causa da guerra entre holandeses e portugueses, Nassau envia uma expedição de nove navios para a Guiné, na África, sob comando do coronel Hans van Koin, para trazer mais negros para Pernambuco. De acordo com o estudo do historiador e professor José Antônio Gonsalves de Mello, o maior pesquisador da invasão, por volta de 1640, na província holandesa o número de escravos era tão grande que igualava-se ao número de luso brasileiros que somavam 30 mil. Em 30 de maio de 1641, tendo convencido os dirigentes da Cia das Índias que era mais vantajoso atacar Angola por conta dos escravos, do que a Bahia, Nassau envia uma força de invasão à África com 20 navios e mais de 4.000 homens.
    Países de raça negra, mercados do protestantismo

    No ano seguinte, 1642, o pintor de Nassau confessa que sendo os congoleses já submissos a Nassau, seu rei em troca de favores, o presenteia com seiscentos escravos, sendo uma terça parte para o Príncipe, outra para o Conde de Nassau e uma terceira parte para a Cia das Índias. (“Albert Eckhout – Pintor de Maurício de Nassau no Brasil 1637/1644 – Clarival do Prado Valladares – Livroarte Editora)
    Sobre o desrespeito empregado pelos protestantes ao povo negro, e a convocação feita pelo Sr. Hernani Francisco da Silva, Presidente da Sociedade Cultural Missões Quilombo à todas as Igrejas protestantes a pedirem perdão pelo desrespeito, preconceito, escárnio e tráfico deste povo, o bispo protestante Robinson Cavalcanti tentando limpar a barra do escravagista e intolerante Maurício de Nassau, brada:

    " Pode-se dizer que o Brasil foi o primeiro lugar do mundo a experimentar um governo onde existiu a possibilidade de diferentes cultos e manifestações religiosas. Maurício de Nassau introduziu aqui a tolerância religiosa."

    Porém logo em seguida é corrigido pelo historiador Leonardo Dantas que acrescenta: "Não se tratava de uma liberdade total, havia restrições a cultos não reformados.", ou seja, a “liberdade” era só para culto protestante. A mesma revista afirma que os não protestantes só podiam fazer culto de portas fechadas.
    Considerado um esbanjador pelas vultosas quantias que evaporava, Nassau acabou sendo chamado de volta em 1644. Partiu numa esquadra de treze naus que transportava carga avaliada em 2,6 milhões de florins. A sua bagagem pessoal ocupava duas naus. Com sua saída e com os custos da invasão cada vez mais altos, a manutenção da Nova Holanda tornou-se inviável e não tardou a ser derrotada pelos lusos brasileiros.
    Batalha dos Guararapes, o povo contra o calvinismo

    A primeira batalha ocorreu em 19 de abril de 1648, e a segunda em 19 de fevereiro de 1649.
    A primeira Batalha dos Guararapes é simbolicamente considerada a origem do Exército Brasileiro devido a ser o episódio onde de acordo com as correntes historiográficas tradicionais em História do Brasil, esse movimento assinala o início do nacionalismo brasileiro, pois os brancos, africanos e indígenas fundiram os seus interesses na luta pelo Brasil e não por Portugal.
    Foi esse movimento que deu à população local a verdadeira compreensão de seu valor, incutindo no povo o espírito de rebeldia contra qualquer tipo de opressão. (BLOCH Editores. História do Brasil, Vol. 1, pág. 180, 1976).

    A revista protestante com a intenção de homenagear o invasor Maurício de Nassau, disse:

    "A administração de Maurício de Nassau conquistou a simpatia do povo, a ponto de ele chegar a ser chamado "Santo Antônio" numa alusão ao popular santo católico que, acredita-se, nunca deixou de atender um pedido.”
    Entretanto o que foi chamado de “Santo Antonio”, foi o bairro que os invasores holandeses chamavam de “Velha Maurícia”. O nome “Santo Antonio” deu-se ao bairro porque lá antes dos holandeses chegarem já estava o convento de Santo Antônio. Seria deveras contraditório o povo chamar um déspota protestante que proibiu o culto católico e queimou as igrejas católicas de “santo”.
    O engraçado é ver a revista protestante lançar um artigo para comemorar “o sonho do Brasil protestante” publicar isto no fim da matéria: “Ainda hoje, se pergunta se a vida não seria melhor num Brasil holandês. O historiador Leonardo Dantas apressa-se em desfazer o mito. " Basta ver o que é hoje o Suriname, ex-Guiana Holandesa, para verificar que os holandeses não eram exatamente um modelo de colonização", garante.”
    As outras vertentes protestantes colonizaram a África do Sul, Índia, Nigéria, Botswana, Jamaica, Bahamas, São Vicente e Granadinas e também fracassaram, tanto na evangelização como na qualidade de vida do povo, ficando provado que os países “ricos” protestantes só o são, porque foram todos usurpados do catolicismo a força.

    Apologista Oswaldo Garcia: “ Necessário preciso saber que os "reformadores" não reformaram nenhuma igreja, não se reforma uma casa criando em volta dela uma multidão de barracos.”
    Outras invasões Holandesas na Bahia

    Uma esquadra flamenga comandada pelo almirante Leynssen na ante-véspera do Natal do ano de 1599, irrompeu no porto transformou a baía de Todos os Santos em grande campo de batalha, pondo à prova as defesas fundadas nos princípios estratégicos dos mestres portugueses que repeliram e impediram o desembarque do agressor. "Durante 55 dias, em que a cidade viveu em sobressalto, os holandeses afundaram e queimaram os navios lusos no porto e pilharam o recôncavo, assaltando engenhos, destruindo alambiques e incendiando casas."
    Diante de tão graves acontecimentos, sentindo a necessidade urgente de fortificar a cidade, o governador Francisco Nunes Marinho mandou edificar os fortes do morro de São Paulo, de Santa Maria e de São Diogo e concluiu a construção da fortaleza de Santo Antônio, sendo os três últimos no Porto da Barra.
    Em 14 de abril de 1624 os holandeses foram avistados à altura da foz do São Francisco, no dia 9 de maio as 9 horas da manhã, transpondo a barra faziam calar com os seus canhões o forte da Ponta do Padrão, em cujas proximidades desembarcaram 1.250 homens, enquanto o grosso da esquadra rumava para o porto da cidade.
    O remanescente do exército espanhol desertou inteiramente desmoralizado. A cidade caiu sem reagir, sendo saqueada pela tropa que se regalou com a fartura de alfaias, jóias e mercadorias, além da prata amoedada "em tão grande quantidade que os soldados não se davam ao trabalho de contar moedas, repartindo-as sob medida, na base de uma copa de seus chapéus para cada um."
    Preso o governador, que não acompanhara o bispo na retirada, trataram os invasores de fortificar a cidade, onde se estabeleceram, sediando o seu governo na Casa da Câmara; as igrejas foram depredadas e transformadas em depósitos, celeiros, adegas ou paióis e a Sé foi destinada ao culto anglicano, os altares quebrados e as imagens destruídas.
    A Reação veio em 22 de março de 1625 sob o comando do espanhol D. Fradique de Toledo Osório, uma esquadra de 52 navios de guerra, além de urcas, patachos e outros barcos, com um exército de 12.563 homens. Bloqueada a esquadra holandesa, desembarcaram as tropas restauradoras e apertaram o cerco, em 30 de abril foi assinada a capitulação dos holandeses no Convento do Carmo, sendo a cidade inteiramente reocupada no dia seguinte.
    Em 25 de abril de 1640 os holandeses voltaram a ameaçar a Bahia. Era de pânico a situação da cidade diante do desastre sofrido pela esquadra comandada pelo Conde da Torre, composta de 86 naus, que tendo partido para atacar os holandeses em Pernambuco, foi totalmente desbaratada, salvando-se apenas um bergatim em que retornou o comandante derrotado.
    Logo a seguir, aporta a esquadra Lichtbardt, que trazendo ordens expressas de Nassau para levar tudo a ferro e fogo, em represália pelos danos causados pelas tropas de Luis Barbalho nas regiões ocupadas pelos holandeses, em 25 de abril de 1640 atacou a cidade e incendiou e destruiu 27 engenhos além de povoações e casas particulares no recôncavo.
    Novo assalto sofreu a cidade em 1647 por uma armada de 2.500 homens, sob o comando de Sigismundo Van Sckoppe, que desembarcou em fevereiro na ilha de Itaparica, fronteira a Cidade de Salvador, onde resistiu às guerrilhas e às expedições mandadas da cidade, só se retirando em dezembro de 1647, à aproximação da frota de reforço mandada de Lisboa.
    Nova invasão foi tentada pelos holandeses comandadas por Paul Wan Carrden, a 20 de junho de 1654. Tendo investido contra o arraial do Rio Vermelho e sendo repelidos, bombardearam a cidade intensamente durante quarenta dias, quando propuseram retirar-se mediante resgate, ao que respondeu o governador Diogo Botelho, desafiando-os a virem "buscar na praça mais rica do mundo, pelas armas, o almejado tributo."
    É quando findam as tréguas entre Espanha e Holanda e logo chegam notícias à Bahia de uma grande esquadra flamenga — 26 naus —, que se aprestava para vir atacar a Colônia "tendo como comandante Jacob Willekens e Pieter Heyn, sob a chefia militar de João Wan Dorth, conhecedor da costa e da cidade do Salvador, onde estivera preso."
    O governo Diogo de Mendonça Furtado, que andava em luta com o bispo D. Marcos Teixeira, acelerou as obras de defesa da cidade: "fortes e trincheiras, esperas e redutos foram de pronto armados com guarnições dobradas para reforço do potencial defensivo; pregões transmitiam à população resoluções da Câmara e do Governador, proibindo a retirada dos seus haveres e assegurando plena garantia a tudo e a todos."
    Salvador perdera o aspecto silencioso, transformada num movimentado centro de atividades guerreiras. Nada menos de 3.000 homens se concentravam nos campos próximos do centro urbano e novos contingentes chegavam constantemente dos engenhos do recôncavo e das aldeias indígenas.

    Estes preparativos foram perturbados pela atuação do bispo que, aproveitando-se do descontentamento provocado pela expectativa de um ataque que não chegava, aconselhou aos chefes militares do recôncavo a retornarem ao seu labor, o que realmente ocorreu.


    A farsa do arrebatamento
    A fábula Novo Testamento Jesus o falso Messias de Roma


    Aí pessoal, vou visitar meu Pai e já volto


    Este engano religioso é fácil de ser refutado, praticamente após a saída da Babilônia, o povo esperava um Messias valente, corajoso, descendente de David (Porque assim estava escrito, porém tais escritos eram falsos).

    PORQUE OS RELIGIOSOS INVENTARAM ESTE FALSO ARREBATAMENTO?

    Quando foi inserido esta farsa neste novo testamento? Após o seculo III

    Os escritores do novo testamento inventaram tal arrebatamento para se livrar do falso Messias que eles criaram.
    Realmente muito engraçado esta manobra religiosa. O povo do passado, chamado judeu, enganados pelos religiosos da época aguardavam um libertador para que os livrasse da escravidão Romana. Mas este libertador veio? Não.

    Porque não veio? Porque nunca viria, segundo os escritos antigos a descendencia de David para reinado teria sido cancelada na Babilonia. Qual foi o rei de Judá que se levantou após a saida da Babilonia? Nenhum. Portanto o tal libertador nunca veio, diante disso os religiosos resolveram criar um "Messias", que teria vindo, que na verdade não veio como não libertou ninguem.

    E assim no seculo III foi criado o Hesus Krismas (Jesus Cristo) atraves de decreto. Porém os religiosos tinham um problema, este "Messias" nunca existiu, o que fazer com ele? Se ele "morresse" e permanecesse morto não serviria pra nada. Então criaram uma fábula, um plágio religioso chamado novo testamento, aonde um personagem indentico ao Horus, Mitra, Krismas, teria morrido na cruz para a salvação da humanidade.

    Porem um "defunto" não pode ser salvador de ninguem, resolveram então declarar que o tal ressuscitou, ora, o povo certamente queria ver o seu "salvador ressuscitado", então para se livrar deste problema, os religiosos resolveram mandar o "Messias" para o céu.

    E apara alimentar esta farsa, escreveram que o tal Messias disse que voltaria para arrebatar seu povo, porém o dia da sua volta ninguem saberia a não ser seu Pai. Diante disso os religiosos passaram a "bola" para o deus, portanto se o jesus ainda não veio é porque deus ainda não deu tal ordem.

    E assim os religiosos se livraram do abacaxi que eles criaram.

    O povo da época não cairia nesta "onda", mas o que fazer com a geração futura? Idéia pra e pra cá, resolveram colocar alguns escritos na conta do tal Pedro:

    "Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que nossos pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação". 2 Pedro 3:3,4

    Daí, a geração futura iria se consolar com estes versículos e discutir se alguém for contra, afinal está escrito, o "Pedro" escreveu ... Também inputaram alguns escritos na conta de Shaul, cujo nome eles mudaram para Paulo, vejamos:

    I Tessalonicenses 4:17

    "Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor".

    Depois nós, nós quem? Paulo estava se incluindo no tal arrebatamento? Impossível, ele ja estava morto quando escreveram tais versos.
    Na verdade tudo não passa de uma farsa montada pelos religiosos.




    FIM DOS ASSUNTOS RELACIONADOS



                        






    Comentários Gerais





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