O Êxodo nunca existiu, diz o Arqueólogo Israel Finkelstein

Venho hà tempos falando que tanto o velho testamento quanto o novo, são falsos e enganadores E que o Deus Bíblico é o ídolo Cananeu EL Shaday, assim como o povo chamado hebreu na verdade era Cananeu, quanto ao Messias Jesus Cristo é a união do Deus Europeu Hesus com o Deus oriental Krishna, diante disso, estes fatos relatados por este ilustre arqueológico, cai como um bálsamo
Finkelstein diz que os textos bíblicos é uma compilação iniciada durante a monarquia de Josias, rei de Judá, no século -VII

Que em tal época o reino do Sul começou a emergir como uma potência regional após a caída do reino do Norte sob o controle do império assírio.
Que a ciência revolucionou a nova arqueologia bíblica quando afirmou que a saga histórica relatada nos cinco livros que formam o Pentateuco dos cristãos e a Torá dos judeus não responde a nenhuma revelação divina.

Disse que, pelo contrário, essa gestação é um brilhante produto da imaginação humana e que muitos de seus episódios nunca existiram.

Comentário

Excelente conclusão, nunca poderia ser textos verdadeiros, uma vez que o Deus bíblico é um ídolo Cananeu

Veja a entrevista do arquipélago Finkelstein com LA NACION na Universidade de Tel Aviv

La Nacion:

Durante mais de vinte séculos, os homens creram que Deus tinha ditado as escrituras a certo número de sábios, profetas e grandes sacerdotes.

Finkelstein:

Para as autoridades religiosas judaicas e cristãs, Moisés seria o autor do Pentateuco.

Segundo o Deuteronômio, Moisés teria escrito pouco antes de sua morte no monte Nebo.

Os livros de Josué, dos Juízes e de Samuel eram arquivos sagrados, obtidos e conservados pelo profeta Samuel no santuário de Siló, os livros de Reis teriam sidos escritos pelo profeta Jeremias.

Davi seria o autor dos Salmos e Salomão o autor de Provérbios e do Cântico dos cânticos.

Entretanto, desde o século XVII, os estudiosos começaram a se perguntar sobre quem tinha escrito a Bíblia.

Moisés foi a primeira vítima dos avanços da investigação científica, que levantou muitas contradições.

Como é possível, perguntaram os especialistas, que tenha sido o autor do Pentateuco quando o Deuteronômio, o último dos cinco livros, descreve o momento e as circunstâncias de sua própria morte?
La Nacion:

Você afirma que o Pentateuco foi escrito em uma idade muito mais recente.

Finkelstein:

A arqueologia moderna nos permite assegurar que o núcleo histórico do Pentateuco e da história deuteronômica foi composto durante o século -VII

O Pentateuco foi uma criação da monarquia tardia do reino de Judá, destinada a propagar a ideologia e as necessidades desse reino.

Creio que a história deuteronômica foi compilada durante o reino de Josias, a fim de servir de fundamento ideológico às ambições políticas e reformas religiosas particulares.
La Nacion:

Segundo a Bíblia, primeiro foi a viagem do patriarca Abraão, da Mesopotâmia a Canaã. O relato bíblico abunda em informações cronológicas precisas.

Finkelstein:

A Bíblia fornece uma quantidade de informações que deveria permitir saber quando viveram os patriarcas

Nesse relato, a história do começo de Israel se desenvolve em sequências bem ordenadas:

os Patriarcas, o Êxodo, a travessia do deserto, a conquista de Canaã, o reino dos Juízes e o estabelecimento da monarquia. Fazendo cálculos, Abraão deveria ter partido para Canaã por volta do ano -2100
La Nacion: E não é assim?

Finkelstein:

Não. Em dois séculos de investigação científica, a busca pelos patriarcas nunca deu resultados positivos.

A suposta migração para o Oeste de tribos provenientes da Mesopotâmia, com destino a Canaã revelou ser uma ilusão.

A arqueologia conseguiu provar que nessa época não se produziu nenhum movimento massivo de população.

O texto bíblico dá indícios que permitem precisar o momento da composição final do livro dos Patriarcas.

Por exemplo, a história dos patriarcas está cheia de camelos. No entanto, a arqueologia revela que o dromedário foi domesticado somente quando acabava o segundo milênio anterior à era cristã,

e que começou a ser usado como animal de carga no Oriente Médio muito tempo depois do ano -1000

A história de José diz que a caravana de camelos transportava “goma tragacanto, bálsamo e láudano”.

Essa descrição corresponde ao comércio realizado pelos mercadores árabes sob o controle do império assírio nos séculos VIII e VII antes da era cristã.

Outro fato anacrônico é a primeira aparição dos filisteus no relato, quando Isaque encontra Abimeleque, rei dos filisteus.

Esses filisteus, grupo migratório proveniente do mar Egeu ou da Ásia Menor, se estabeleceram na planície costeira de Canaã a partir do ano -1200

Este e outros detalhes mostram que esses textos foram escritos entre os séculos VIII e VII antes da era cristã
La Nacion:

O heroísmo de Moisés frente à tirania do faraó, as dez pragas do Egito e o Êxodo massivo de israelitas para Canaã são alguns dos episódios mais dramáticos da Bíblia. Isso também é lenda?

Finkelstein:

Segundo a Bíblia, os descendentes do patriarca Jacó permaneceram 430 anos no Egito antes de iniciar o Êxodo para a terra Prometida, guiados por Moisés, a meados do século -XV

Outra possibilidade é que essa viagem tenha ocorrido séculos depois. A bíblia firma que 600.000 hebreus cruzaram o Mar Vermelho e que erraram durante 40 anos pelo deserto antes de chegarem ao monte Sinai, onde Moisés teria selado a aliança de seu povo com seu Deus.

No entanto, os arquivos egípcios, que registravam todos os acontecimentos administrativos do reino faraônico, não registram nenhum rastro de uma presença judaica durante mais de quatro séculos em seu território.

Também não existiam, nessas datas, muitos locais mencionados no relato.

As cidades de Pitom e Ramsés, que teriam sido construídas pelos hebreus escravos antes de partir, não existiam no século -XV O Êxodo, desde o ponto de vista científico, não resiste a qualquer análise.
La Nacion: Por quê?

Finkelstein:

Porque desde o século -XVI O Egito havia construído em toda a região uma série de fortes militares, perfeitamente administrados e equipados.

Nada, desde o litoral oriental do Nilo até o mais distante dos povos de Canaã, escapava do seu controle.

Quase dois milhões de hebreus que tivessem fugido pelo deserto durante 40 anos deveriam ter chamado a atenção dessas tropas.

No entanto, nem uma estela da época faz referência a essa gente. Tampouco existiram as grandes batalhas mencionadas nos textos bíblicos.

A orgulhosa Jericó, cujos muros se desmancharam com o soar das trombetas dos hebreus, não passava de um pobre casario.

Tampouco existiam outros lugares célebres, como Bersheba ou Edom. Não havia nenhum rei em Edom para enfrentar os hebreus

Esses locais existiram, mas muito tempo depois do surgimento do reino de Judá. Nem sequer há rastros deixados por essa gente em sua peregrinação de 40 anos.

Temos sido capazes de encontrar rastros de minúsculos casários de 40 ou 50 pessoas.

Que essa multidão nunca tenha parado para dormir, comer ou descansar, não existe o menor indício de sua passagem pelo deserto.
La Nacion:

Em resumo, os hebreus nunca conquistaram Canaã (Palestina)

Finkelstein:
Nunca, porque já estavam ali, os primeiros hebreus eram pastores nômadas de Canaã que se instalaram nas regiões montanhosas, no século -XII

Ali, umas 250 comunidades muito reduzidas viveram da agricultura, isoladas umas das outras, sem administração nem organização política.

Todas as escavações na região exumaram vestígios de povoados com silos para cereais, mas também de currais rudimentares.

Isto nos leva a pensar que esses indivíduos haviam sido nômadas que se converteram em agricultores. Mas esta foi a terceira onda de instalação sedentária registrada na região desde o ano -3500

Esses povoadores passavam alternativamente do sedentarismo ao nomadismo pastoril com muita facilidade.
La Nacion: Por quê?

Finkelstein: Esse tipo de flutuação era muito frequente no Oriente Médio. Os povos autóctones sempre souberam operar uma rápida transição da atividade agrícola à pastoril em função das condições políticas, econômicas ou climáticas.

Neste caso, em épocas de nomadismo esses grupos intercambiavam a carne de suas manadas por cereais com as ricas cidades cananeias do litoral.

Mas quando estas eram vítimas de invasões, crises econômicas ou secas, esses pastores se viam forçados a procurar os grãos necessários para sua subsistência e se instalavam para cultivar nas colinas.

Esse processo é o oposto do que relata a Bíblia: o surgimento de "Israel" foi o resultado, não a causa do colapso da cultura Cananeia.
La Nacion:

Mas então, se esses primeiros hebreus eram também originários de Canaã, como identificá-los?

Finkelstein:

Os povos tinham todo tipo de meios para afirmar sua etnicidade: a língua, a religião, a indumentária, os ritos funerários, os tabus alimentares.

E neste caso, a cultura material não apresenta nenhum indício revelador quanto a dialetos, ritos religiosos, formas de vestir ou de enterrar os mortos.

Mas há um detalhe muito interessante sobre seus costumes alimentares: nunca, em nenhum povoado foram encontrados ossos de porco.

Nessa época, os primeiros israelitas eram o único povo dessa região que não comia porco.
La Nacion: Qual é a razão?

Finkelstein:

Não sabemos, talvez os proto-israelitas tenham deixado de comer porco porque seus adversários o fizessem em profusão e eles queriam ser diferentes.

O monoteísmo, os relatos do Êxodo e a aliança estabelecida pelos hebreus com seu Deus fizeram sua aparição muito mais tarde na história, 500 anos depois.

Quando os judeus atuais observam essa proibição, não fazem mais que perpetuar a prática mais antiga da cultura de seu povo verificada pela arqueologia.

Comentário

O religioso Ezequiel, taxado pelo escritor da bíblia como profeta (aliás, profeta de quem?)

Chamou a atenção do povo mostrando-lhes suas verdadeiras raizes (Ezequiel 16:3)

Portanto o povo era Cananeu da gema.

E este costume de não comer carne de porco foi colocado na bíblia com se fosse uma proibição do ídolo Canaeu EL
La Nacion:

No século -X as tribos formaram uma monarquia unificada, reino de Judá sob a égide do rei Davi.

Davi e seu filho, Salomão, serviram de modelo às monarquias do ocidente, tampouco eles foram o que sempre se acreditou?

Finkelstein:

Nem mesmo neste caso a arqueologia tem sido capaz de encontrar provas do império que nos relata a Bíblia: nem nos arquivos egípcios nem no subsolo palestino.

Davi, sucessor do primeiro rei, Saul, provavelmente existiu entre 1010 e 970 antes da era cristã Uma única estela encontrada no santuário de Tel Dan, no norte da Palestina, menciona “a casa de Davi”. Mas nada indica que se trate do conquistador que evocam as Escrituras, capaz de derrotar Golias.

É improvável que Davi tenha sido capaz de conquistas militares a mais de um dia de marcha de Judá.

A Jerusalém de então, escolhida pelo soberano como sua capital, era um pequeno povoado, rodeado de aldeias pouco habitadas.

Onde o mais carismático dos reis, teria conseguido recrutar soldados e reunir o armamento necessário para conquistar e conservar um império que se estendia desde o Mar Vermelho, ao Sul, até a Síria, ao Norte? Salomão, construtor do Templo e do palácio de Samaria, provavelmente tampouco teria sido o personagem glorioso que nos legou a Bíblia.
La Nacion:

E de onde saíram seus fabulosos estábulos para 400.000 cavalos, cujos vestígios se encontraram?

Finkelstein:

Foram fazendas instaladas no sul do reino de Israel várias décadas mais tarde. Com a morte de Salomão por volta do ano -933, as tribos do norte da Palestina se separaram do reino unificado de Judá e constituíram o reino que foi chamado de Israel.

Um reino que, contrariamente ao que afirma a Bíblia, se desenvolveu rápido, econômico e politicamente.

Os textos bíblicos nos descrevem as tribos do Norte como bandos de fracassados e pusilânimes, inclinados ao pecado e à idolatria.

No entanto, a arqueologia nos dá boas razões para crer que, das duas entidades existentes, a meridional (Judá) foi sempre mais pobre, menos povoada, mais rústica e menos influente.

Até o dia em que alcançou uma prosperidade espetacular, e isto se produziu depois da queda do reino de Israel, ocupado pelo poderoso império assírio, que não só deportou o povo para a Babilônia, como também instalou sua própria gente nessas férteis terras.
La Nacion:

Foi, então, durante o reino de Josias em Judá quando surgiu a ideia desse texto que se transformaria em fundamento de nossa civilização ocidental e origem do monoteísmo?

Finkelstein:

Até o final do século -VII havia em Judá uma efervescência espiritual sem precedentes e uma intensa agitação política.

Uma coalizão heterogênea de funcionários da corte seria a responsável pela confecção de uma saga épica composta por uma coleção de relatos históricos, memórias, lendas, contos populares, histórias, profecias e poemas antigos.

Essa obra mestra da literatura, metade composição original, metade adaptação de versões anteriores, passou por ajustes e melhoras antes de servir de fundamento espiritual aos descendentes do povo de Judá e a inumeráveis comunidades em todo o mundo.
La Nacion:

O núcleo do Pentateuco foi concebido, então, quinze séculos depois do que acreditávamos, só por razões políticas? Com o fim de unificar os dois reinos israelitas?

Finkelstein:

O objetivo foi religioso, os dirigentes de Jerusalém lançaram um anátema contra a mínima expressão de veneração das outras divindades acusadas de ser a origem dos infortúnios pelo qual o povo que padecia.

Colocaram em marcha uma campanha de purificação religiosa, ordenando a destruição dos santuários locais.

A partir desse momento, o templo que dominava Jerusalém devia ser reconhecido como único local de culto legítimo pelo povo, o monoteísmo nasceu dessa inovação.

*** Fim da entrevista ***


Comentário

Para quem ainda não sabe, este monoteismo imposto por Josias era a crença exclusiva no Deus EL, ou ELhoim.

Os que adoravam o filho do Deus ELhoim (Deus Baal), e os adoradores da Deusa Asherah, ou se voltava para o Deus EL ou seriam mortos, como foi o caso dos líderes religiosos, entretanto todos estes três deuses eram ídolos cananeus.

O Cancelamento do Monoteísmo e o retorno do Politeísmo

O retorno do Politeísmo se deu com a criação do Cristianismo por Roma aonde misturaram com os escritos hebráicos.

Vamos recordar como era no passado, antes do Rei Josias o povo adorava:

Deus EL (Pai) - Deus Ball (Filho) - Deusa Deusa Asherah (Mãe do Deus Baal e consorte do Deus EL)

Ora, sabemos que um ídolo nunca poderá ter filhos, mas o povo acreditava que sim, como os atuais acreditam que o Jesus Cristo é filho de um Deus.

Como toda religião precisa de um Deus, ao Criar o Cristianismo Roma também criou um Deus, a saber, o Jesus Cristo.

Observe que Jesus Cristo contém um nome (Jesus), e um sobrenome (Cristo), porque um Deus com nome e sobrenome?

Simplesmente porque é uma política, o criador do Jesus Cristo não foi um líder religioso, e sim um líder político.
O Imperador Constantino em 326, com o apoio dos Bispos e do Senado, uniu o Deus Europeu HESUS, com o Deus Oriental KRISHNA, formando a dupla Hesus Krishna, que em portugues virou Jesus Cristo:

Qual é o significado da palavra cristo? Cristo vem do grego christos, significa “o ungido”

Christos é a versão grega da palavra “Krishna” Portanto, Krishna ou Cristo, o nome é o mesmo

O cristão pode glorificar tanto o cristo como o Krishna

E assim Roma trouxe de volta o Politeísmo abolido por Josias

Jesus cristo foi ofertado ao Deus EL como filho, diante disso ele assumiu o lugar do Deus Baal

E Maria, que foi taxada como mãe do Deus Jesus Cristo, o filho, tambem assumiu o lugar da Deusa Asherah, que atualmente é adorado como várias "Senhoras"

Portanto tudo voltou ao passado, O Deus EL continua, O Deus Baal continua, e a Deusa Asherah continua.